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A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) é o órgão do Governo Federal encarregado de planejar, coordenar, supervisionar e controlar as atividades de prevenção e repressão ao tráfico ilícito, uso indevido e produção não autorizada de entorpecentes, bem como as atividades de recuperação de dependentes.
 
A aprovação e supervisão da Política Nacional Antidrogas,<ref>[{{Citar web |url=http://www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Legislacao/326979.pdf |titulo=Resolução Nº3/GSIPR/CH/CONAD, de 27 de outubro de 2005. Aprova a Política Nacional sobre Drogas.] |acessodata=2010-07-20 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100215210041/http://www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Legislacao/326979.pdf |arquivodata=2010-02-15 |urlmorta=yes }}</ref> proposta pela SENAD, é feita pelo [[Conselho Nacional Antidrogas]] (CONAD), órgão colegiado que reúne representantes das diversas instâncias da Administração Federal envolvidas na questão.
 
Dando continuidade aos compromissos assumidos no âmbito das Nações Unidas, com a assinatura da Convenção contra o Tráfico Ilícito de Entorpecentes e de Substâncias Psicotrópicas,<ref>[{{Citar web |url=http://www2.mre.gov.br/dai/entorpecentes.htm |titulo=Convenção contra o tráfico ilícito de entorpecentes e de substâncias psicotrópicas] |acessodata=2010-07-20 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100315112256/http://www2.mre.gov.br/dai/entorpecentes.htm |arquivodata=2010-03-15 |urlmorta=yes }}</ref> celebrada em [[Viena]], em [[1988]], o governo brasileiro aprovou, em março de [[1998]], a Lei nº 9.613,<ref>[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9613.htm Lei Nº 9.613, de 3 de março de 1998.] Dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei; cria o [[Conselho de Controle de Atividades Financeiras]] - COAF, e dá outras providências.</ref> que dispõe sobre o crime de "lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores" e cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras ([[COAF]]).
 
O principal objetivo do COAF é coordenar esforços governamentais com vistas ao combate a um dos principais [[delito]]s conexos com o narcotráfico: a lavagem de dinheiro. O trabalho do COAF está em consonância com as orientações que vêm sendo adotadas internacionalmente, pelos organismos envolvidos no combate à lavagem de dinheiro, como o Grupo de Ação Financeira / ''Financial Action Task Force'' (GAFi/FATF) entidade vinculada à [[OCDE]] que estabelece padrões internacionais para o combate a esse tipo de delito vinculado ao narcotráfico. O Brasil participa do GAFi/FAFT.<ref>[[Procuradoria Geral da República]]. [[Ministério Público Federal]].[http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_criminal/procuradora-regional-representa-o-mpf-em-reuniao-plenaria-do-gafi Procuradora regional representa MPF em Reunião Plenária do Gafi]. Notícias, 14 de junho de 2010.</ref>
Domésticas, destinadas ao transporte de drogas consumidas pelos brasileiros, e as rotas internacionais (o principal destino da cocaína que passa pelo país), nas quais o Brasil funciona como corredor. Neste último caso, a cocaína produzida na Colômbia, Peru e Bolívia além de ser parcialmente refinada no Brasil passa pelo país, tendo como destino final principalmente os [[Estados Unidos]] e, secundariamente, a [[Europa]]. Existem também as rotas mistas, em que parte das drogas fica no país e outra parte segue para o exterior é intimamente ligado ao contrabando de armas. Após a regulamentação da controversa lei 7.565/86, conhecida como a “Lei do Abate”, em [[2004]],<ref>[http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L7565.htm Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986.] Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica.</ref><ref>[http://www.jusbrasil.com.br/noticias/1990529/lei-do-abate-inconstitucionalidade Lei do abate: inconstitucionalidade], por Luiz Flávio Gomes.</ref><ref>Assim chamada porque permite que aeronaves suspeitas (que não tenham [[plano de voo]] aprovado) sejam derrubadas em território nacional.</ref> os contrabandistas de armas e drogas voltaram a usar as rotas terrestres mas continuam a usar rotas aéreas. Assim, atualmente, a principal dificuldade para controle do [[contrabando]] de drogas e de armas no Brasil decorre não apenas da corrupção, mas também do baixo investimento na vigilância da extensa fronteira terrestre (16 mil quilômetros). Mas, além disso, segundo a [[Polícia Federal]], parte das armas e drogas também chega pelo mar.
 
A maior parte da [[cocaína]] vem da [[Colômbia]], e boa parte da [[maconha]] vem do [[Paraguai]]. O Brasil, além de refinar cocaína, também produz maconha, sobretudo no chamado "Polígono da Maconha", no [[semi-árido]] [[Nordeste do Brasil|nordestino]], mas em quantidade insuficiente para o atendimento à demanda interna.<ref>[http://www.uesc.br/revistas/especiarias/ed15/15_5_plantios_ilicitos_no_brasil.pdf Plantios ilícitos no Brasil: notas sobre a violência e o cultivo de cannabis no polígono da maconha]</ref> No caso da rota Brasil-[[Suriname]], brasileiros trocam armas por cocaína, no Suriname e Guiana Francesa. Por ali também ingressa boa parte dos armamentos produzidos nos Estados Unidos, na Europa (a exemplo do fuzil [[Rússia|russo]] [[AK-47]]) e na [[Ásia]], especialmente metralhadoras antiaéreas.<ref>[http://pessoas.hsw.eol.com.br/trafico-de-drogas4.htm Como funciona o tráfico de drogas]{{Ligação inativa|1={{subst:DATA}} }}, por Fátima Souza.</ref>
 
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