Diferenças entre edições de "Plataforma (computação)"

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A educação inclusiva possibilita a abertura para que os alunos consigam aprender através do mundo virtual, essa acessibilidade é necessária para que consiga interagir e comunicar de modo prazeroso e inovador.
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(A educação inclusiva possibilita a abertura para que os alunos consigam aprender através do mundo virtual, essa acessibilidade é necessária para que consiga interagir e comunicar de modo prazeroso e inovador.)
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'''INCLUSÃO NA ERA VIRTUAL- ACESSIBILIDADE'''{{Ver desambig|este=As pessoas com deficiência foram colocadas à margem da educação, sendo atendidas em separado ou excluídas. Diante da proposta de inclusão, todos deveriam estar inseridos nas escolas. Nesse sentido, foi assegurado legalmente educação a todos os cidadãos. Para cumprir esse preceito legal, os espaços educativos, inclusive as Universidades, deveriam estar dentro das normas de acessibilidade, dando apoio às pessoas com história de deficiência.|INCLUSÃO|ACESSIBILIDADE}}
{{Ver desambig||Plataforma}}
 
 
Pela importância atribuída ao tema inclusão, muitos autores utilizam-se de pesquisas que visam contribuir com a prática docente e abrir novas perspectivas sociais para o grupo considerado excluído. Utilizamos algumas obras para nortear esta pesquisa e dar suporte a nossas reflexões constituídas por meio de um diálogo que tem como pressuposto a necessidade de construir espaços de interlocução onde teoria e pratica sejam alicerces do fazer pedagógico.
Uma '''plataforma computacional''' é, no senso mais geral, qualquer que seja o ambiente pré-existente, um pedaço de [[software]] que é projetado para ser executado internamente, obedecendo às suas limitações e fazendo uso das suas instalações.
 
Segundo Ross (2003), incluir “é oferecer mudanças para manifestação do humano e não a simples readequação físico-espacial dos sujeitos”. Dentro de uma perspectiva de trabalho inclusivo, incluir é muito mais que proporcionar ao discente o convívio social e acesso ao conhecimento, mas é construir um “sentimento de profundo respeito à diferença”, não submetendo esses sujeitos a uma forma única de convívio, desrespeitando suas especificidades ou que visem uma norma padrão.
Plataformas típicas incluem:
*uma [[Arquitetura de computadores|arquitetura de hardware]]
*um [[sistema operacional]]
*'''Biblioteca de tempo de execução'''.<ref>http://foldoc.org/platform Free Online Dictionary of Computing (em inglês).</ref><ref>http://blogs.technet.com/b/markuschristen/archive/2010/05/25/plataforma-de-aplica-es-o-que-uma-plataforma-de-aplica-es.aspx</ref>
 
'''RESPEITO'''
[[Executáveis ​​binários]] devem ser compilados para uma plataforma de hardware específica, uma vez que diferentes [[Unidade central de processamento|unidades centrais de processamento]] têm diferentes [[Código de máquina|códigos da máquina]]. Além disso, sistemas operacionais e bibliotecas de execução permitem a [[reutilização de código]] e fornecem [[camadas de abstração]] que permitem que o mesmo [[código fonte]] de alto nível rode em hardware configurado diferentemente.<br>
Por exemplo, há muitos tipos de [[dispositivo de armazenamento]], e em cada computador individual pode ter uma configuração diferente de dispositivos de armazenamento. Porém, o aplicativo é capaz de chamar uma função <code>save</code> ou <code>write</code> genérica fornecida pelo SO ou pelas bibliotecas de tempo de execução, que então manipulam os detalhes propriamente ditos.
 
A inclusão aqui discutida tem como preceito o respeito as diferenças individuais sem perder de vista os elementos culturais que definem, temporal e geograficamente, os conceitos binários de normal-diferente, certo-errado. Estamos nos referindo a uma forma muito ampla a todas as diferenças.
A plataforma pode ser vista tanto como uma restrição sobre o processo de desenvolvimento de aplicações — a aplicação é escrita ''para'' as plataformas X e Y — quanto como uma assistência para o processo de desenvolvimento, na medida em que fornece funcionalidade pronta de baixo nível.
 
A busca por estratégias educacionais para atender adequadamente às diferenças que constituem o universo pedagógico exige considerar outras metodologias de ensino, tais como a educação a distância. Esta modalidade de ensino tem se configurado em um espaço capaz de democratizar o acesso ao ensino superior a medida que vence barreiras geográficas e estimula a flexibilização do tempo. Segundo o Decreto n. 2494/98 o Ensino a Distância é “... uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação.” ( MEC, 2003).
== Ver também ==
 
'''Acessibilidade'''
 
De acordo com Sassaki (apud VIVARTA, 2003, p. 24-25) uma sociedade é acessível apenas quando contempla seis quesitos básicos, descritos a seguir:
 
- Acessibilidade arquitetônica: não há barreiras ambientais físicas nas casas, nos edifícios, nos espaços ou equipamentos urbanos e nos meios de transporte individuais ou coletivos.
 
- Acessibilidade comunicacional: não há barreiras na comunicação interpessoal (face-a-face, língua de sinais), escrita (jornal, revista, livro, carta, apostila, incluindo textos em braile, uso do computador portátil) e virtual (acessibilidade digital).
 
- Acessibilidade metodológica: não há barreiras nos métodos e técnicas de estudo (escolar), de trabalho (profissional), de ação comunitária (social, cultural, artística etc.) e de educação dos filhos (familiar).
 
- Acessibilidade instrumental: não há barreiras nos instrumentos, utensílios e ferramentas de estudo (escolar), de trabalho (profissional) e de lazer ou recreação (comunitária, turística ou esportiva).
 
- Acessibilidade programática: não há barreiras invisíveis embutidas em políticas públicas (leis, decretos, portarias) e normas ou regulamentos (institucionais, empresariais etc.).
 
- Acessibilidade atitudinal: não há preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações.
 
'''Construção do Caminho'''
 
No que se refere da Educação a Distância, uma das principais barreiras é a comunicacional, visto que essa modalidade exige o uso do computador e internet. Para utilizar o computador, os usuários com deficiência geralmente utilizam ferramentas e softwares específicos, ferramentas essas que são conhecidas como tecnologias assistivas. Os usuários com baixa visão, por exemplo, podem utilizar softwares ampliadores de tela; já os usuários cegos frequentemente usam softwares chamados „leitores de tela‟. Esses softwares leitores de tela leem em voz alta os conteúdos que estão na tela do computador, permitindo que as pessoas cegas ouçam os conteúdos, porém um leitor de tela não lê as imagens e as animações. Para que isso aconteça, é necessário que estes elementos gráficos sejam associados a descrições textuais que o software possa ler, garantindo assim o acesso a todo o conteúdo da página web.
 
A Internet é uma ferramenta tecnológica que vem crescendo como uma importante fonte de informação, lazer e educação. Entretanto, como nos aponta Sabaté (2004), as novas tecnologias não devem se converter em uma nova barreira de comunicação para as pessoas com deficiência visual. Para tanto, devem ser projetados ou adaptados para o uso de todos. Caso contrário, ações que as pessoas com deficiência já realizavam com autonomia, como por exemplo, transferência de dinheiro pelo caixa eletrônico do banco, não podem fazer sozinhos a mesma ação pelo site do banco em função na inacessibilidade.
 
[[Biblioteca (computação)]]
 
{{Referências|REFERENCIAS=BRASIL. Decreto Legislativo nº 186 de 09 de setembro de 2008. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Congresso/DLG186-2008.htm Acesso em 10 de abril de 2011.
{{Referências}}
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CASTELLS, Manuel. La société en réseaux. Paris: Fayard, 1998.
CORDE. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, 1994.
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FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
GAI, D.N., NAUJORKS, M.I., Inclusão: contribuições da teoria sócio-interacionista à inclusão escolar de pessoas com deficiência. Revista do Centro de Educação/UFSM. v. 31, n. 2, 2006. Disponível em: http://coralx.ufsm.br/revce/revce/2006/02/a15.htm. Acesso em 10 de a bril de 2011.
GOFFMAN, Erving. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.
GOMES, Margarita Victoria. Educação em Rede: uma visão emancipadora. São Paulo: Cortez editora, 2004.
JATOBÁ, Alessandro et all. Ampliando horizontes de aprendizagem: ensaios sobre o uso do Moodle por deficientes visuais. Disponível em: http://reposital.cuaed.unam.mx:8080/jspui/bitstream/123456789/2947/1/Jatob%C3%A1,%20Alessandro.pdf. Acesso em: 05 de julho de 2011.
MATTAR, João; VALENTE, Carlos. Second Life e Web 2.0 na educação: o potencial revolucionário das novas tecnologias. São Paulo: NOVATEC editora, 2008.
MEC. Decreto n. 2494, de 10 de fevereiro de 1998. Brasília, 2003.
MEC. Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica. Brasília, 2001.
OMOTE, Sadao. Deficiente e não-deficiente: recortes do mesmo tecido. Revista Brasileira de Educação Especial, vol.1, n.2, Piracicaba/SP: UNIMEP, 1994.
PETERS, Otto. Didática do ensino a distância: experiências e estagio da discussão numa visão internacional. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 2001. ISBN 8574310808
ROSS, Paulo Ricardo. A Crise da Educação Especial: Uma Reflexão Política e Antropológica. Disponível em: www.inclusion.hpg.ig.com.br. Acesso em 27 de fevereiro de 2003.}}
 
BRASIL. Decreto Legislativo nº 186 de 09 de setembro de 2008. Disponível em: <nowiki>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Congresso/DLG186-2008.htm</nowiki> Acesso em 10 de abril de 2011.
 
BRASIL. Lei 10436 de 24 de abril de 2002. Acesso em 10 de abril de 2011. Disponível em: <nowiki>http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/2002/L10436.htm</nowiki>
 
CASTELLS, Manuel. La société en réseaux. Paris: Fayard, 1998.
 
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GOFFMAN, Erving. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.
 
GOMES, Margarita Victoria. Educação em Rede: uma visão emancipadora. São Paulo: Cortez editora, 2004.
 
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OMOTE, Sadao. Deficiente e não-deficiente: recortes do mesmo tecido. Revista Brasileira de Educação Especial, vol.1, n.2, Piracicaba/SP: UNIMEP, 1994.
 
PETERS, Otto. Didática do ensino a distância: experiências e estagio da discussão numa visão internacional. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 2001. <nowiki>ISBN 8574310808</nowiki>
{{esboço-computação}}
[[Ficheiro:Inovação.jpg|miniaturadaimagem|A acessibilidade as tecnologias nas escolas oferecem abertura a interatividade e integração ao mundo virtual.]]
ROSS, Paulo Ricardo. A Crise da Educação Especial: Uma Reflexão Política e Antropológica. Disponível em: www.inclusion.hpg.ig.com.br. Acesso em 27 de fevereiro de 2003.{{esboço-computação}}
 
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