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Diógenes de Sinope, em particular, foi referido como ''o cão'', ao ter afirmado que "os outros cães mordem seus inimigos, eu mordo meus amigos para salvá-los".<ref>Diógenes de Sínope, citado por [[Estobeu]], ''Florilegium'', iii. 13. 44.</ref> Mais tarde, os cínicos também buscaram transformar a palavra a seu favor, como um comentarista explicou:
 
<blockquote>''Há quatro razões de por que os "cínicos" são assim chamados. Primeiro por causa da ''indiferença'' de seu modo de vida, pois fazem um culto à indiferença e, assim como os cães, comem e fazem amor em público, andam descalços e dormem em barris nas encruzilhadas. A segunda razão é que o cão é um animal sem pudor, e os cínicos fazem um culto á falta de pudor, não como sendo falta de modéstia, mas como sendo superior a ela. A terceira razão é que o cão é um bom guarda e eles guardam os princípios de sua filosofia. A quarta razão é que o cão é um animal exigente que pode distinguir entre os seus amigos e inimigos. Portanto, eles reconhecem como amigos aqueles que são adequados à filosofia, e os recebem gentilmente, enquanto os inaptos são afugentados por ele, como os cães fazem, ladrando contra eles.''<ref name="dudley5">Escólio na ''Retórica'' de Aristóteles, citado em {{Harvnb|Dudley|1937|p=5}}</ref><ref name="Navia2001">Luis E. Navia. ''[http://books.google.com/books?id=-dwDAQAAIAAJ Antisthenes of Athens: Setting the World Aright]''. Greenwood Press; 2001. ISBN 978-0-313-31672-2. p. 99.</ref></blockquote>
Atualmente, essa característica se aplica aos que negam a perfeição dada ao relacionamento virtualmente perfeito chamado Jonerys.</blockquote>
 
==História==