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Após muita especulação sobre a reunião, Tony Banks, Phil Collins e Mike Rutherford anunciaram a turnê de reunião "Turn It On Again" em [[7 de novembro]] de [[2006]], quase quarenta anos após a formação da banda. Foi confirmado que a primeira parte da turnê seria na Europa, em doze países, começando em [[Helsinki]], [[Finlândia]] em Junho de 2007 e terminou em [[Roma]], [[Itália]] em Julho. A turnê então seguiu para os Estados Unidos para mais vinte concertos, encerrando-se em Outubro de 2007.
 
A ideia original era reunir também Peter Gabriel e Steve Hackett e executar a turnê para ''[[The Lamb Lies Down on Broadway]]''. A princípio, Peter Gabriel aceitou o convite para apresentar-se, mas não gostaria de comprometer-se com a turnê, o que acabou levando a sua saída da reunião<ref>{{en}} [http://www.genesis-news.com/genesis/interviews/press_conference_06.html Entrevista coletiva, 7 de novembro de 2006] {{Wayback|url=http://www.genesis-news.com/genesis/interviews/press_conference_06.html |date=20070108035804 }}, ''Mayfair hotel'', Londres</ref>. Hackett também recusou o convite mas mantém boas relações com o resto da banda. Em seu sítio oficial o músico expressa, inclusive, desejo de sucesso na reunião do Genesis<ref>{{en}} [http://www.stevehackett.com/ Sítio oficial de Steve Hackett]</ref>. Diante disso, a formação da turnê foi a que vem se repetindo desde 1978: Phil Collins (voz e bateria), Tony Banks (teclados e vocais), Mike Rutherford (baixo, guitarras e vocais), Daryl Stuermer (guitarras, baixo e vocais) e Chester Thompson (bateria e sampler).
 
Seguindo o embalo da volta aos palcos, a banda e o produtor Nick Davis relançaram álbuns antigos em 2007 no formato ''box-set'' pela [[Virgin Records]], de ''[[Trespass (álbum)|Trespass]]'' a ''[[Calling All Stations]]'', no formato 5.1. Um DVD também terá material extra incluindo vídeos promocionais e novas entrevistas sobre o período de lançamento de cada álbum presente.
 
== Inspiração e influências ==
Uma ampla variedade de [[gênero musical|estilos musicais]] influenciaram a banda, desde a [[música clássica]] ao [[rock]] e [[jazz]]. Tony Banks inspirava-se em [[Alan Price]] do [[The Animals]], citando que ele ''foi a primeira pessoa que me fez tomar conhecimento do órgão no contexto do rock'' <ref>{{en}} [http://www.genesis-path.net/artMC7604.html "Genesis's Banks - A Current Account"] {{Wayback|url=http://www.genesis-path.net/artMC7604.html |date=20130731083742 }}. ''Beat Instrumental'', abril de [[1976]]</ref>. Outros organistas influentes para Banks incluem [[Matthew Fisher]] ([[Procol Harum]]). Influências clássicas incluem [[Sergei Rachmaninoff|Rachmaninov]], [[Maurice Ravel|Ravel]], [[Gustav Mahler|Mahler]] e [[Dmitri Shostakovich|Shostakovich]].
 
Vários contemporâneos como [[The Beatles]], [[The Rolling Stones]] e [[Simon and Garfunkel]] também afetaram o som da banda. Collins citou [[Buddy Rich]] e [[Mahavishnu Orchestra]], enquanto a carreira anterior de Gabriel com o Genesis foi influenciada pela música de [[Nina Simone]] e [[King Crimson]] <ref>{{en}} [http://www.genesis-music.com/161272mm.htm "The Genesis File"] {{Wayback|url=http://www.genesis-music.com/161272mm.htm |date=20061017065057 }}. ''Melody Maker'', 2006. [[16 de dezembro]] de [[1972]]</ref>. Os arranjos musicais do primeiro álbum ''From Genesis to Revelation'' foram influenciados pelo trabalho de [[Moody Blues]], [[Family]] e [[Bee Gees]].
 
Como um grupo que influenciou o crescimento do movimento [[rock progressivo]], o Genesis vem sendo citado como uma influência para várias outras bandas do estilo como [[Camel]], [[Kansas (banda)|Kansas]], Redrick Sultan, It Bites, [[IQ (banda)|IQ]], [[Happy the Man]], [[Marillion]], [[Opeth]], [[Ange]] e [[Goblin (banda)|Goblin]]. Várias bandas de tributo como Re-Genesis, [[The Musical Box]] e In the Cage foram criadas para apresentar materiais antigos da banda da era Peter Gabriel.
 
== Críticas ==
As raízes do [[rock progressivo]] tornaram o Genesis diferente de seus contemporâneos do [[rock]] como [[Led Zeppelin]] ou [[Black Sabbath]]. Inclusive, um artigo na ''[[Q Magazine]]'' trata de um quadrinho de [[1977]] de [[Ray Lowry]] de fãs "adormecidos, moribundos, [ou] comatosos com o nome da banda mostrado em uma cartaz sobre o palco, onde se lê "GENESNOOZE"<ref>trocadilho para "Genesis" + "Snoose", este último que significa tirar uma soneca, em [[Língua inglesa|inglês]]</ref><ref>Stuart Maconie. [http://www.genesis-path.net/art94-12 "Genesis: The Loathed and Loved"] {{Wayback|url=http://www.genesis-path.net/art94-12 |date=20061222034913 }}. ''Q Magazine''. Dezembro de 1994.</ref>.
 
Muito do criticismo com a banda na [[década de 1970]] era centrado por volta de todo o rock progressivo no geral, que para muitos era considerado "intelectual" e "pretensioso". As aparições teatrais de Gabriel eram consideradas incoerentes para muitos fãs do rock, inclusive para alguns fãs da banda. Isso foi exemplificado nas apresentações ao vivo de suporte do último álbum com o vocalista na banda, ''[[The Lamb Lies Down on Broadway]]'', desenvolvido independentemente por Gabriel; é uma obra difícil de se entender e aceitar, o que causou atrito com os outros membros do Genesis.
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