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{{artigo principal|[[Dinastia Yuan]]}}
 
O [[Dinastia Jin (1115-1234)|Império Jin]] foi derrotado pelos [[mongóis]], que em seguida subjugaram os [[Dinastia Sung|sungs meridionais]] ao cabo de uma guerra longa e cruenta, a primeira na qual as [[arma de fogo|armas de fogo]] desempenharam um papel importante. Com isto, a China foi mais uma vez unificada, mas agora como parte de um vasto [[Império Mongol]]. Neste período, [[Marco Polo]] visitou a corte imperial em [[Pequim]]. Os mongóis dividiam-se então entre os que preferiam manter sua base nas estepes e aqueles que desejavam adotar os costumes dos chineses [[Han (etnia)|hans]]. Um destes era [[Kublai Khan|Cublai Cã]], neto de [[Gêngis Cã]] e fundador da [[Dinastia Yuan]] (clã Borjigin), a primeira a governar toda a China a partir de Pequim.
 
A dinastia também controlava diretamente o coração da Mongólia e outras regiões, herdando a maior parte do território do dividido Império Mongol, que aproximadamente coincidia com a área moderna da China e regiões próximas no leste da Ásia. A expansão posterior do império foi interrompida após derrotas nas invasões do Japão e do Vietnã. Pela primeira e única vez na história, a Rota da Seda foi controlada inteiramente por um único estado, facilitando o fluxo de pessoas, comércio e intercâmbio cultural. Rede de estradas e um sistema postal foram estabelecidos para conectar o vasto império. O comércio marítimo lucrativo, desenvolvido a partir da dinastia Song anterior, continuou a florescer, com Quanzhou e Hangzhou emergindo como os maiores portos do mundo. A dinastia Yuan foi a primeira economia antiga, onde o papel-moeda, conhecido na época como Chao, era usado como meio de troca predominante. Sua emissão irrestrita no final da dinastia Yuan infligiu hiperinflação, que acabou provocando a queda da dinastia.
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