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{{Artigo principal|Dinastia Han}}
{{VT|História da Dinastia Han}}
[[Imagem:漢武帝.jpg|thumb|140px|esquerda|Imperador [[Wu de Han]]]]
 
A Dinastia Han emergiu em [[202 a.C.]], como a primeira a adotar a filosofia do [[confucionismo]], que se tornou a base [[ideologia|ideológica]] de todos os regimes chineses até o fim da China Imperial. A dinastia Han foi governada pela família conhecida como o clã de Liu. Durante esta fase dinástica, a China logrou grandes avanços nas artes e nas ciências. O [[Wudi|Imperador Wu]] consolidou e ampliou o império ao expulsar os ''[[xiongnu]]s'' (que alguns identificam com os [[hunos]]) para as [[estepe]]s do que é hoje a [[Mongólia Interior]], tomando-lhes o território correspondente às atuais províncias de [[Gansu]], [[Ningxia]] e [[Qinghai]]. Isto permitiu abrir as primeiras ligações comerciais entre a China e o [[Mundo ocidental|Ocidente]]: a [[Rota da Seda]].
 
=== Dinastia Tang: o retorno da prosperidade ===
[[Imagem:TangTaizong.jpg|thumb|140px|esquerda|Imperador [[Taizong de Tang]]]]
Em [[18 de junho]] de [[618]], [[Gaozu]] tomou o poder e estabeleceu a [[Dinastia Tang]] (família Li). Iniciou-se então uma era de prosperidade e inovações nas artes e na tecnologia. O [[budismo]], que se havia instalado gradualmente na China a partir do [[século I]], tornou-se a [[religião]] predominante e foi adotada pela família imperial e pelo povo.
 
A partir de cerca de [[860]], a Dinastia Tang começou a declinar, devido a uma série de rebeliões internas e de revoltas de Estados clientes. Um chefe guerreiro, [[Huang Chao]], capturou [[Guangzhou]] em [[879]] e executou a maioria dos seus 200.000 habitantes. Em [[880]], [[Luoyang]] caiu-lhe nas mãos e, em [[881]], [[Changan]]. O Imperador [[Xizong]] fugiu para [[Chengdu]] e Huang estabeleceu um governo que, embora posteriormente destruído por forças ''Tangs'', lançou o país num novo período de caos político.
 
A maioria dos chineses considera a dinastia Tang (618-907) como o ponto alto da China ImperialMedieval, tanto política como culturalmente. O império atingiu seu tamanho máximo antes da dinastia manchu Qing, tornando-se o centro de um mundo do Leste Asiático ligado por religião, escrita e muitas instituições econômicas e políticas. Além disso, os escritores Tang produzem a melhor poesia na grande tradição lírica da China<ref>Mark Edward Lewis, ''China's Cosmopolitan Empire: The Tang Dynasty'' (2012). p. 1</ref>
 
=== Cinco dinastias e dez reinos ===
=== Os mongóis e a Dinastia Yuan ===
{{artigo principal|[[Dinastia Yuan]]}}
[[Imagem:YuanEmperorAlbumKhubilaiPortrait.jpg|thumb|140px|esquerda|Imperador [[Cublai Cã]]]]
 
O [[Dinastia Jin (1115-1234)|Império Jin]] foi derrotado pelos [[mongóis]], que em seguida subjugaram os [[Dinastia Sung|sungs meridionais]] ao cabo de uma guerra longa e cruenta, a primeira na qual as [[arma de fogo|armas de fogo]] desempenharam um papel importante. Com isto, a China foi mais uma vez unificada, mas agora como parte de um vasto [[Império Mongol]]. Neste período, [[Marco Polo]] visitou a corte imperial em [[Pequim]]. Os mongóis dividiam-se então entre os que preferiam manter sua base nas estepes e aqueles que desejavam adotar os costumes dos chineses [[Han (etnia)|hans]]. Um destes era [[Kublai Khan|Cublai Cã]], neto de [[Gêngis Cã]] e fundador da [[Dinastia Yuan]] (clã Borjigin), a primeira a governar toda a China a partir de Pequim.
 
=== Dinastia Ming: nova hegemonia dos hans ===
[[Imagem:明太祖.jpg|thumb|140px|esquerda|Imperador [[Hongwu|Hongwo]].]]
{{artigo principal|[[Dinastia Ming]]}}
[[Imagem:Ming foreign relations 1580.jpg|thumb|A [[China]] sob a [[Dinastia Ming]] (em 1580).]]
 
=== Dinastia Qing: Domínio Manchu ===
[[Imagem:清 佚名 《清圣祖康熙皇帝朝服像》.jpg|thumb|140px|esquerda|Imperador [[Kangxi]].]]
{{artigo principal|[[Dinastia Qing]]}}
 
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