Diferenças entre edições de "Praça-forte de Peniche"

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=== A 27 de abril de 2018 ===
No dia 27 de abril de 2018 o Forte de Peniche esteve em foco no acima referido evento mediático da iniciativa do Ministro da Cultura, [[Luís Filipe Castro Mendes]]. <ref>[http://literaturaliteraturaliteratura.blogspot.pt/2016/04/quem-es-tu-luis-filipe-castro-mendes.html QUEM ÉS TU, LUÍS FILIPE CASTRO MENDES?] – biografia de Luís Filipe Castro Mendes em [http://literaturaliteraturaliteratura.blogspot.pt/ Literatura]</ref>
Nesse memorável evento é acrescentado ao que se ficou a saber no dia 15 de janeiro que as propostas da “Comissão de Instalação dos Conteúdos e da Apresentação Museológica” ([[acrónimo]] : CICAM) <ref>[http://www.urap.pt/index.php/actividade-mainmenu-29/notcias-mainmenu-35/768-ministerio-da-cultura-criou-comissao-de-instalacao-do-futuro-museu-no-forte-de-peniche CICAM]</ref> do Museu da Resistência e Liberdade iriam ser levadas à prática, que o museu será inaugurado um ano depois, precisamente a 27 de abril de 2019. <ref>[https://www.dn.pt/artes/interior/34-milhoes-para-revelar-a-auschwitz-portuguesa-9289770.html 3,4 milhões para não esquecer Peniche, o "maior símbolo do sistema prisional fascista"] – notícia de [https://www.portoeditora.pt/autor/joao-ceu-e-silva João Céu e Silva] no Diário de Notícias, 27 de abril de 2018</ref>
 
Ficamos a saber, tal como já fora dito, que « o museu conta com 3,4 milhões de euros para esta primeira fase e com 900 mil para requalificar a cobertura exterior dos edifícios, que, além da museografia e a construção do seu interior, se prevê ainda a recuperação dos vários edifícios que compõem a prisão, bem como uma intervenção urgente numa parte danificada da muralha – uns cerca de 100 metros em mais de 1,5 quilómetros de extensão. ». Os conteúdos propostos pelo CICAM irão centrar-se no período de [[1934]] a [[1974]], quando a prisão era controlada pela [[Polícia Internacional e de Defesa do Estado|PIDE]], até à [[Revolução de 25 de Abril de 1974|Revolução dos Cravos]]. No documento divulgado aos jornalistas fala-se na criação de “11 núcleos” para o museu. O primeiro centra-se na história « do famoso Parlatório, onde os presos falavam com as famílias sob a vigilância dos guardas, e o segundo recua até à História da Fortaleza, à génese do sistema defensivo da região de Peniche, que começou no século XVI, já todos os restantes núcleos são dedicados ao enquadramento político da ditadura na história portuguesa e mundial com zooms sobre momentos da história da prisão de Peniche, como as várias fugas de presos ou o momento da libertação dos presos a 27 de Abril de 1974. ». O “núcleo 4” dedica-se ao regime [[fascismo|fascista]]. O “núcleo 5” ao sistema político e o “núcleo 6” ao [[Império Português|colonialismo]] e à [[Guerra Colonial Portuguesa|guerra colonial]]. Os outros cinco núcleos ilustrarão « o sistema de opressão e exploração colonial, que só por si abordará o [[Estatuto do indígena|Estatuto do Indígena]], o trabalho forçado, a violência quotidiana e a discriminação. ». Não sabemos porém como irão funcionar todos esses núcleos. <ref>[https://www.publico.pt/2018/04/27/culturaipsilon/noticia/num-museu-sobre-a-ditadura-talvez-nao-caibam-piratas-1815623 Num museu sobre a ditadura talvez não caibam piratas] – notícia de [https://www.publico.pt/autor/isabel-salema Isabel Salema] no IPSILON, jornal Público, 27 de abril 2018</ref>
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