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Por recomendação de seus professores, Stalin seguiu para o [[Seminário Espiritual de Tbilisi|Seminário Espiritual]] em [[Tbilisi|Tíflis]].<ref>{{harvnb|Montefiore|2007|p=51}}; {{harvnb|Khlevniuk|2015|p=15}}.</ref> Matriculou-se na escola em agosto de 1894,{{sfn|Montefiore|2007|p=53}} habilitado por uma [[bolsa de estudo]]s que lhe permitiu estudar com uma taxa reduzida.{{sfn|Montefiore|2007|pp=52–53}} Aqui juntou-se a 600 padres estagiários que ingressaram no seminário.{{sfn|Montefiore|2007|pp=54–55}} Stalin foi novamente bem sucedido academicamente e ganhou notas altas.<ref>{{harvnb|Conquest|1991|p=19}}; {{harvnb|Service|2004|p=36}}; {{harvnb|Montefiore|2007|p=56}}; {{harvnb|Kotkin|2014|p=32}}; {{harvnb|Khlevniuk|2015|p=16}}.</ref> Continuou escrevendo poesia; cinco de seus poemas foram publicados sob o pseudônimo de "Soselo" no jornal de [[Ilia Chavchavadze]], ''Iveria'' ('Geórgia').<ref>{{harvnb|Conquest|1991|p=18}}; {{harvnb|Montefiore|2007|p=57}}; {{harvnb|Kotkin|2014|p=33}}.</ref> Tematicamente, eles tratavam de temas como natureza, terra e patriotismo.{{sfn|Service|2004|p=38}} De acordo com o historiador [[Simon Sebag Montefiore]], tornaram-se "clássicos georgianos menores",{{sfn|Montefiore|2007|p=58}} e foram incluídos em várias antologias da poesia do país nos anos vindouros.{{sfn|Montefiore|2007|p=58}} Quando ficou mais velho, perdeu o interesse em seus estudos; suas notas caíram<ref>{{harvnb|Montefiore|2007|p=69}}; {{harvnb|Kotkin|2014|p=32}}; {{harvnb|Khlevniuk|2015|p=18}}.</ref> e ele foi repetidamente confinado a uma cela por comportamento rebelde.<ref>{{harvnb|Conquest|1991|p=19}}; {{harvnb|Montefiore|2007|p=69}}; {{harvnb|Kotkin|2014|pp=36–37}}; {{harvnb|Khlevniuk|2015|p=19}}.</ref> Os professores reclamavam que ele se declarava [[Ateísmo|ateu]], conversava na sala de aula e se recusava a tirar o chapéu para os monges.{{sfn|Montefiore|2007|pp=70–71}}
 
Juntou-se a um clube de livros proibidos ativo na escola;<ref>{{harvnb|Conquest|1991|p=19}}; {{harvnb|Montefiore|2007|p=62}}; {{harvnb|Kotkin|2014|pp=36, 37}}; {{harvnb|Khlevniuk|2015|p=18}}.</ref> foi particularmente influenciado pelo romance pró-revolucionário de [[Nikolai Gavrilovitch Tchernichevski|Nikolai Tchernichevski]], ''[[Que Fazer?]]'' (1863), de [[Nikolai Gavrilovitch Tchernichevski|Nikolai Tchernichevski]].{{sfn|Montefiore|2007|p=63}} Outra obra que o influenciou foi ''[[O Patricida]]'', de [[Alexander Kazbegi]], do qual adotou o apelido "Koba" do protagonista bandido.<ref>{{harvnb|Conquest|1991|p=14}}; {{harvnb|Volkogonov|1991|p=5}}; {{harvnb|Service|2004|pp=27–28}}; {{harvnb|Montefiore|2007|p=63}}; {{harvnb|Kotkin|2014|pp=23–24}}; {{harvnb|Khlevniuk|2015|p=17}}.</ref> Também leu ''[[O Capital]]'' (1867), do teórico alemão [[Karl Marx]].{{sfn|Montefiore|2007|p=64}} Dedicou-se à teoria sócio-políticasocial dee Marx,política odo [[marxismo]],{{sfn|Montefiore|2007|p=69}} que estava em ascensão na Geórgia, uma das várias formas de [[socialismo]] que se opunham às autoridades [[czarismo|czaristas]] do império.<ref>{{harvnb|Service|2004|p=40}}; {{harvnb|Kotkin|2014|p=43}}.</ref> À noite assistia reuniões secretas de trabalhadores{{sfn|Montefiore|2007|p=66}} e foi apresentado a Silibistro "Silva" Jibladze, o fundador marxista do [[Mesame Dasi]] ('Terceiro Grupo'), um grupo socialista georgiano.<ref>{{harvnb|Montefiore|2007|p=65}}; {{harvnb|Kotkin|2014|p=44}}.</ref> Em abril de 1899, Stalin deixou o seminário e nunca mais voltou,<ref>{{harvnb|Service|2004|p=41}}; {{harvnb|Montefiore|2007|p=71}}.</ref> embora a escola o encorajasse.{{sfn|Montefiore|2007|p=73}}
 
=== Partido Operário Social-Democrata Russo: 1899–1904 ===
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