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Acusações de Alexandria para a promoção de Constantinopla, levou a uma luta constante entre os dois na primeira metade do {{séc|V}}.<ref>[http://www.sankt-georgen.de/leseraum/schatz2-2.html Klaus Schatz: Primat und Reichskirchliche Strukturen im 5. - 9. Jahrhundert]</ref> O [[Primeiro Concílio de Éfeso]] realizado em 431 estende o poder de Jerusalém ao longo de três províncias da [[Palestina (região)|Palestina]].<ref>[http://books.google.com/books?id=XgRrh2M08p0C&printsec=frontcover#PPA95,M1 The Challenge of Our Past: Studies in Orthodox Canon Law and Church History, by John H. Erickson (St Vladimir's Seminary Press, 1991 ISBN 0881410861, 9780881410860), p. 96]</ref>
 
O [[Concílio de Calcedônia]] realizado em 451, considera o Concílio de Constantinopla como ecumênico, pois usa seu credo como uma continuação do credo do Primeiro Concílio de Niceia (originando-se o [[Credo niceno-constantinopolitano]]), e reconhece definitivamente no cânone 28 a jurisdição do Bispo de Constantinopla sobre [[Ponto (província romana)|Ponto]], [[Ásia menor]] e a [[Trácia]].<ref>[http://books.google.com/books?id=XgRrh2M08p0C&printsec=frontcover#PPA95,M1 The Challenge of Our Past: Studies in Orthodox Canon Law and Church History, by John H. Erickson (St Vladimir's Seminary Press, 1991 ISBN 0881410861, 9780881410860), p. 97]</ref> O concílio justificou esta decisão com o fundamento de que "os [[Padres da Igreja|Padres]] justamente concederam privilégios ao trono da Roma antiga, porque era a cidade real''", e que o que o Primeiro Concílio de Constantinopla "''movido pela mesma consideração, deu privilégios iguais ao mais santo trono da Nova Roma, justamente a julgar que a cidade está honrada com a soberania e o [[Senado]], e goza de privilégios de igualdade com a antiga Roma imperial, em assuntos eclesiásticos, bem devendo nas matérias eclesiásticas magnificar-se como ela e alinhar-se depois dela (...)".<ref>[http://www.ccel.org/ccel/schaff/npnf214.xi.xviii.xxviii.html Canon 28]</ref><ref>[http://www.ccel.org/ccel/schaff/npnf214.xi.xviii.xxviii.html Canon IX, Council of Chalcedon Seven Ecumenical Councils, Christian Classics Ethereal Library]</ref> O [[Papa Leão I]], cujos delegados estavam ausentes quando esta resolução foi aprovada e que protestaram contra ela, embora tenham reconhecido o concílio como ecumênico e confirmado seus decretos doutrinais, rejeitaram o cânon 28, argumentando que violava o cânon sexto do [[Primeiro Concílio de Niceia|Concílio de Niceia]], os direitos de Alexandria e Antioquia e que o Bispo de Roma baseava sua autoridade no fato de ser o sucessor de São Pedro e não o bispo da capital imperial.<ref>{{citar web| url= http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=historia&artigo=20050416144140&lang=bra|título= O Papa e os concílios|acessodata=2010-05-23 |obra= Site Montfort}}</ref> O mesmo concílio reconfirma a jurisdição do Bispo de Jerusalém sobre as três províncias da Palestina.<ref name="New Advent - The Church of Antioch"/><ref>Fourth Ecumenical Council, [http://www.ccel.org/ccel/schaff/npnf214.xi.xv.html Decree on the Jurisdiction of Jerusalem and Antioch]</ref> O Primeiro Concílio de Constantinopla, por sua vez, citado pelo Concílio da Calcedônia só foi reconhecido pelo Ocidente como ecumênico no {{séc|VI}}<ref name=Idea/> pelo [[Papa Hormisda]] e mesmo assim a validade e autenticidade do cânone 28 do Concílio de Calcedónia, que cria o patriarcado de Constantinopla, não é universalmente aceito, mesmo no ambiente ortodoxo.<ref>[{{Citar web |url=http://www.aoiusa.org/main/page.php?page_id=129 |titulo=George C. Michalopulos, Canon 28 and Eastern Papalism: Cause or Effect?).] |acessodata=2010-02-10 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20090701140646/http://www.aoiusa.org/main/page.php?page_id=129 |arquivodata=2009-07-01 |urlmorta=yes }}</ref><ref>[http://www.aoiusa.org/canon-28-and-constantinoples-jurisdictional-claims/#comments American Orthodox Institute, Canon 28 and Constantinople's Jurisdictional Claims]</ref> Enquanto esses concílios delimitaram claramente o território dos quatro patriarcas orientais, o território do Bispo de Roma permanecia incerto e vago.<ref name= "P.O.">{{Citar web| url=http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/chrstuni/general-docs/rc_pc_chrstuni_doc_20060322_patriarca-occidente_fr.html| último = | primeiro = | título = Communiqué concernant la suppression du titre «Patriarche d’Occident» dans l’Annuaire pontifical 2006| acessodata=2010-02-21 | obra = Site da Santa Sé}}</ref>
 
O imperador [[Justiniano I]] (527-565) por primeiro restringiu o título de "patriarca" para designar exclusivamente os bispos de Roma, Constantinopla, Alejandria, Antioquia e Jerusalém: no âmbito da "''Renovatio imperii''" ("Renovação do Império") na regravação do [[direito romano]] no [[Corpus Juris Civilis]] especificou as funções e a liderança de estes cinco patriarcas e teve um papel decisivo na formulação da Pentarquia,<ref name=Idea/><ref>[http://www.timelineindex.com/content/view/1318 Justinian I, Last Roman Emperor]</ref> adoptada depois pelo [[Concílio Quinissexto]] de 692.<ref name= "EB"/>
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