Pilha de Daniell: diferenças entre revisões

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'''Zn / Zn2+// Cu2+ / Cu'''
 
O químico e meteorologista nascido em Londres [[John Frederic Daniell]] (1790 - 1845) foi o responsável pela invenção de diversos experimentos, entre eles uma pilha que levou seu nome, criada em 1836.<ref>{{citar web|URL = http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/JohnFreD.html|título = John Frederick Daniell|data = |acessadoem = 09/04/2015|autor = |publicado = UFCG|arquivourl = https://web.archive.org/web/20150417121121/http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/JohnFreD.html|arquivodata = 2015-04-17|urlmorta = yes}}</ref> A '''pilha de Daniell''' (também chamada de '''célula de Daniell''') é uma [[pilha]] constituída de [[eletrodo]]s de [[cobre]] e [[zinco]] interligados e respectivamente imersos em [[solução]] de Cu<sup>+2</sup> e Zn<sup>+2</sup>. Representou um grande avanço sobre a [[pilha de Volta]] utilizada até então, nos primórdios da criação das [[bateria]]s.<ref name="brit">{{citar web
|título= John Frederic Daniell (British chemist) -- Britannica Online Encyclopedia
|obra= Encyclopædia Britannica
}} {{en}}</ref>
 
O funcionamento da pilha de Daniell é semelhante a de [[Alessandro Volta|'''Alessandro Volta (1745-1827)''']],''' '''pois possuem os mesmos eletrodos: cobre e zinco, as diferenças são que na ''pilha de Daniell'' os eletrodos estão em compartimentos separados, e a utilização da ponte salina, que é responsável pelo fechamento do circuito elétrico. Nesta pilha ocorre a semi-reação de oxidação no eletrodo de zinco, havendo um fluxo de elétrons através do fio metálico até o eletrodo de cobre, local onde ocorre a semi-reação de redução. Para manter a neutralidade elétrica, íons migram através da ponte salina, que é uma solução eletrolítica que não participa diretamente das reações nos eletrodos.<ref>{{citar web|URL = http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/JohnFreD.html|título = John Frederick Daniell|data = |acessadoem = 09/04/2014|autor = |publicado = UFCG|arquivourl = https://web.archive.org/web/20150417121121/http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/JohnFreD.html|arquivodata = 2015-04-17|urlmorta = yes}}</ref>
 
Em muitos materiais didáticos a pilha de Daniell é representada com a capacidade de acender uma [[lâmpada]]. É importante ressaltar que essa representação não é fiel a maneira como a pilha foi construída, visto que em 1836 a lâmpada não existia.<ref>{{citar periódico|ultimo = Fontes|primeiro = Anderson|título=A representação experimental da pilha de Daniell nos livros didáticos: um erro questionado|jornal = Anais XVI Encontro Nacional de Ensino de Química (XVI ENEQ) e X Encontro de Educação Química da Bahia (X EDUQUI)|doi = |url =[http://www.portalseer.ufba.br/index.php/anaiseneq2012/article/viewFile/7710/5650]|acessadoem = 09/04/2015}}</ref> A lâmpada foi patenteada em 1879 por [[Thomas Alva Edison]] (1847-1931).
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