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===== Psicologia médica =====
{{Artigo principal|[[Psicologia médica]]}}
O processo saúde-doença tem uma atenção especial e pode ser compreendido de diferentes formas além do direcionado ao tratamento do [[Transtorno mental|distúrbio mental]] propriamente dito. Inicialmente abordado pela [[psicopatologia]], advinda da distinção progressiva do objeto da [[neurologia]] e [[psiquiatria]], e consolidação destas como especialidades médicas, a percepção da importância dos fatores [[Emoção|emocionais]] no adoecimento e recuperação da saúde já estavam presentes na [[Hipócrates|medicina hipocrática]] e na [[homeopatia]], contudo foi somente em meados do século XX que surgiram aplicações da psicologia nas intervenções clínicas atualmente denominadas por [[Psicossomática|medicina psicossomática]], [[psicologia médica]], [[psicologia hospitalar]] e [[psicologia da saúde]].<ref>Gorayeb, Ricardo; Guerrelhas, Fabiana. Sistematização da prática psicológica em ambientes médicos. Rev. bras.ter. comport. cogn. v.5 n.1 São Paulo jun. 2003 [http://pepsic.homolog.bvsalud.org/pdf/rbtcc/v5n1/v5n1a03.pdf Disponível em pdf.]{{Ligação inativa|1={{subst:DATA}} }} Dez. 2010</ref>
 
==== A perspectiva psicodinâmica ====
Por grande parte da pesquisa psicológica ser baseada em entrevistas e questionários e seus resultados terem assim um caráter [[correlação|correlativo]] que não permite explicações causais, alguns críticos a acusam de não ser científica. Além disso muitos dos fenômenos estudados pela psicologia, como [[personalidade]], [[pensamento]] e [[emoção]], não podem ser medidos diretamente e devem ser estudados com o auxílio de relatórios subjetivos, o que pode ser problemático de um ponto de vista metodológico.
 
Erros e abusos de [[testes estatísticos]] foram sobretudo apontados em trabalhos de psicólogos sem um conhecimento aprofundado em psicologia experimental e em [[estatística]]. Muitos psicólogos confundem [[significância estatística]] (ou seja, uma probabilidade maior do que 95% de o resultado obtido não ser fruto do acaso, mas corresponder à realidade empírica) com importância prática. No entanto a obtenção de significados estatisticamente significante mas na prática irrelevantes é um fenômeno comum em estudos envolvendo um grande número de pessoas.<ref>Cohen, J. (1994). [http://ist-socrates.berkeley.edu/~maccoun/PP279_Cohen1.pdf The Earth is round, p.05] {{Wayback|url=http://ist-socrates.berkeley.edu/~maccoun/PP279_Cohen1.pdf |date=20170713081635 }}. ''American Psychologist, 49''.</ref> Em resposta muitos pesquisadores começaram a fazer uso do "tamanho do efeito" estatístico (''effect size'') como massa de medida da relevância prática.
 
Muitas vezes os debates críticos ocorrem dentro da própria psicologia, por exemplo entre os psicólogos experimentais e os psicoterapeutas. Desde há alguns anos tem aumentado a discussão a respeito do funcionamento de determinadas técnicas psicoterapêuticas e da importância de tais técnicas serem avaliadas com métodos objetivos.<ref>Elliot, Robert. (1998). ''Editor's Introduction: A Guide to the Empirically Supported Treatments Controversy''. ''Psychotherapy Research, 8(2),'' 115.</ref> Algumas técnicas psicoterapêuticas são acusadas de se basearem em teorias sem fundamento empírico. Por outro lado muito tem sido investido nos últimos anos na avaliação das técnicas psicoterapêuticas e muitas pesquisas, apesar de também elas terem alguns problemas metodológicos, mostram que as psicoterapias das escolas psicológicas tradicionais (''mainstream''), isto é, das escolas mencionadas mais acima neste artigo, são efetivas no tratamento dos transtornos psíquicos. Hoje, há pessoas que defendam que a Psicologia virou algo mais voltado para a opinião pública do que para uma área de pesquisa.<ref>{{citar web|url=http://www.syti.net/Manipulations.html|título=Les stratégies et les techniques des Maitres du Monde pour la manipulation de l'opinion publique et de la société|acessodata=2009-09-16}}</ref>
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