Diferenças entre edições de "Púrpura tíria"

8 bytes adicionados ,  07h20min de 16 de maio de 2019
Resgatando 1 fontes e marcando 0 como inativas. #IABot (v2.0beta14)
m (Foram revertidas as edições de 179.209.161.172 para a última revisão de Xplus1, de 19h26min de 19 de março de 2016 (UTC))
Etiqueta: Reversão
(Resgatando 1 fontes e marcando 0 como inativas. #IABot (v2.0beta14))
 
Diversas espécies de moluscos da família [[Muricidae]], como por exemplo o ''Plicopurpura pansa'' (Gould, 1853), das regiões [[Trópico|tropicais]] do [[Oceano Pacífico]] oriental, e ''Plicopurpura patula'' (Linnaeus, 1758) da região do [[Caribe]], no [[Oceano Atlântico]] ocidental, também produzem uma substância semelhante (que se transforma numa cor púrpura duradoura após exposição à luz do sol), e esta característica foi também explorada pelos habitantes locais nas regiões de ocorrência destes animais. Alguns outros gastrópodes predatórios, como os membros da família [[Epitoniidae]], parecem produzir uma substância similar, que ainda não foi estudada nem explorada comercialmente. O molusco ''[[Nucella lapillus]]'', do [[Atlântico Norte]], também pode ser usado para produzir tintas púrpura e violeta.<ref>Biggam, Carole P. ''Whelks and purple dye in Anglo-Saxon England''. Departmento da Língua Inglesa, [[Universidade de Glasgow]], [[Escócia]]. ''The Archaeo-Malacology Group Newsletter'', ed. 9, março de 2006. [http://triton.anu.edu.au/MalacGp09.pdf]</ref>
 
Na natureza estes moluscos utilizam esta secreção como parte de seu comportamento [[predatório]], e para funcionar como uma camada [[antimicrobiana]] que cobre seus [[ovo]]s.<ref name="Benkendorff">{{citar periódico | autor = Benkendorff, Kirsten | título = Bioactive molluscan resources and their conservation: Biological and chemical studies on the egg masses of marine molluscs | editora = [[Universidade de Wollongong]] | data = março de 1999 | url = http://www.library.uow.edu.au/adt-NWU/public/adt-NWU20011204.154039/index.html | formato = PDF | acessodata = 25-2-2008 | arquivourl = httphttps://web.archive.org/web/20070830143907/http://www.library.uow.edu.au/adt-NWU/public/adt-NWU20011204.154039/index.html <!| arquivodata = 2007-08-30 Bot| retrievedjornal archive= --> | arquivodataurlmorta = 30-8-2007yes }}</ref><ref>Devido aos estudos de Benkendorff et al., o precursor da púrpura tíria, [[tirindoleninona]], vem sendo examinada como sendo um potecial agente antimicrobiano para ser utilizado contra [[bactérias]] [[resistentes a múltiplas drogas]].</ref> O molusco secreta esta substância quando é tocado ou atacado fisicamente por humanos, portanto a tinta pode ser extraída através de um processo de "[[ordenha]]", que embora seja mais trabalhoso é um [[recurso renovável]], ou através do método destrutivo, que consiste da coleta dos moluscos e do esmagamento de suas conchas. Segundo David Jacoby,<ref>Jacoby, "Silk Economics and Cross-Cultural Artistic Interaction: Byzantium, the Muslim World, and the Christian West" ''Dumbarton Oaks Papers'' '''58''' (2004:197-240) p. 210.</ref> "doze mil conchas de ''[[Murex brandaris]]'' não produzem mais que 1,4 g de tinta pura, suficiente apenas para colorir a bainha de uma única veste."
 
{{Referências}}
230 298

edições