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Logo após ''A Origem'' ser publicada em 1859, críticos ridicularizaram a descrição de Darwin da luta pela sobrevivência como uma justificativa [[Teoria populacional malthusiana|malthusiana]] do capitalismo industrial inglês da época. O termo ''[[darwinismo]]'' foi usado por ideias evolucionárias de outros, incluindo a "[[sobrevivência do mais apto]]" de Spencer como justificativa do progresso do livre-mercado, e o [[poligenismo]] de Ernst Heackel. Escritores usaram a seleção natural para argumentar por várias ideologias, constantemente contraditórias, como o [[colonialismo]] e [[imperialismo]]. Entretanto, a visão holística de Darwin da natureza incluía "dependência do um com o outro"; então [[pacifismo|pacifistas]], socialistas, reformadores sociais liberais e anarquistas como [[Piotr Kropotkin]] salientaram o valor da cooperação ao invés da luta entre as espécies. O próprio Darwin insistiu que políticas sociais não deveriam ser simplesmente guiadas por conceitos de luta e seleção da natureza.
 
Depois da década de 1880, movimentos eugenistas se desenvolveram com ideias de hereditariedade biológica, e com justificações científicas apelando para conceitos do darwinismo. Na Grã-Bretanha, a maioria compartilhou as visões cuidadosas de Darwin de melhorias voluntárias e buscou encorajar aqueles com características boas na chamada "eugenia positiva". Durante o [[O eclipse do darwinismo|Eclipse do Darwinismo]], uma base científica da eugenia foi dada pela [[genética]] [[Genética mendeliana|mendeliana]]. A eugenia negativa que mirava eliminar os de "mente fraca" era popular nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, e a eugenia nos EUA introduziu [[Esterilização compulsiva|leis de esterilização compulsória]], seguido por vários países. Posteriormente, a [[eugenia nazista]] trouxe o campo para um novo patamar que culminou no genocídio de 6 milhões de pessoas.
 
O termo "[[darwinismo social]]" era usado frequentemente na década de 1890, mas se tornou popular como um termo depreciativo na década de 1940 quando [[Richard Hofstadter]] usou para atacar o conservadorismo ''laissez-faire'' daqueles como [[William Graham Sumner]] que era contra as reformas e ao socialismo. Desde então, é usado como um termo para se opor ao é que é visto como as consequências morais da evolução.
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