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Após a guerra civil, as greves de trabalhadores e revoltas camponesas irromperam em toda a Rússia, em grande parte em oposição ao projeto de requisição de alimentos da Sovnarkom; como antídoto, Lenin introduziu reformas orientadas para o mercado: a [[Nova Política Econômica]] (NEP). Também houve turbulência interna no Partido Comunista, quando Trotsky liderou uma facção pedindo a abolição dos sindicatos; Lenin se opunha a isso e Stalin ajudou a unir a oposição à posição de Trotsky. Também concordou em supervisionar o Departamento de Agitação e Propaganda na Secretaria do Comitê Central. No [[XI Congresso do Partido Comunista Russo (Bolcheviques)|XI Congresso do Partido]] em 1922, Lenin nomeou Stalin como novo [[Secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética|Secretário Geral]] do partido. Embora tenham sido expressas preocupações de que a adoção desse novo posto além dos demais sobrecarregasse sua carga de trabalho e lhe desse muito poder, Stalin foi indicado para o cargo. Para Lenin, era vantajoso ter um aliado-chave nesse posto crucial.
 
{{Caixa de citação|largura=25em|posição=esquerda|citação=Stalin é brusco demais, e este defeito, plenamente tolerável em nosso meio e entre nós, os comunistas, se coloca intolerável no cargo de Secretário Geral. Por isso proponho aos camaradas que pensem a forma de passar Stalin a outro posto e nomear a este cargo outro homem que se diferencie do camarada Stalin em todos os demais aspectos apenas por uma vantagem a saber: que seja mais tolerante, mais leal, mais correto e mais atento com os camaradas, menos caprichoso etc.|autor =—Testamento de Lenin, 4 de janeiro de 1923;{{sfn|Service|2000|p=369}} isso foi possivelmente escrito por Krupskaya em vez do próprio{{sfn|Kotkin|2014|p=501}} }}
Em maio de 1922, um derrame deixou Lenin parcialmente paralisado. Residindo em sua [[Gorki Leninskiye|dacha de Gorki]], a principal conexão de Lenin com o Sovnarkom foi através de Stalin, que era um visitante regular. Lenin pediu duas vezes para obter veneno, para que pudesse cometer suicídio, mas Stalin nunca o entregou. Apesar dessa camaradagem, Lenin não gostava do que chamava de astúcia asiática de Stalin e disse a sua irmã [[Maria Ilyinichna Ulyanova|Maria]] que ele não era inteligente. Ambos discutiram sobre a questão do comércio exterior; Lenin acreditava que o Estado soviético deveria ter o monopólio do comércio exterior, mas Stalin apoiou a opinião de [[Grigori Sokolnikov]] de que fazer isso era impraticável nesse estágio. Outro desentendimento veio sobre o caso georgiano, com Lenin apoiando o desejo do Comitê Central da Geórgia de uma República Soviética da Geórgia sobre a ideia de Stalin de uma República Transcaucasiana.
 
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