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[[Ficheiro:Monsenhor Paulo Herôncio.jpg|thumb|[[Missa tridentina]] conforme o Missal de 1962]]
{{Artigo principal|Missa tridentina}}
Quando o Concílio de Trento se reune (1542-1563), uma grande diversidade de rituais existem na Igreja Latina, a maneira de se celebrar a Missa difere de acordo com o lugar e a autoridade eclesiástica competente. O Concílio solicitou ao papa a revisão do Missal Romano. Iste é o trabalho que [[São Pio V]], dominicano, fez em 1570 com a promulgação da primeira edição típica do Missal Romano com o título ''Missale Romanum ex decreto Sacrosancti Concilii Tridentini restitutum''.<ref>Manlio Sodi, Achille Maria Triacca, ''Missale Romanum, Editio Princeps (1570)'' (Libreria Editrice Vaticana 1998) ISBN 978-88-209-2547-8</ref>
 
A imprensa torna-se um poderoso instrumento ao serviço da sem precedentes padronização da liturgia no Ocidente: ''Ortodoxia, ortopráxis''. Pio V poda os excessos litúrgicos e define as grandes linhas do ''Ordo Missae''. Mas o ordo tridentinatridentino é também o resultado de uma época e difere, em muitos aspectos, dos usos medievais primitivos.
 
Pela bula ''[[Quo Primum Tempore]]'', Pio V torna obrigatória a utilização deste texto em toda a Igreja, excetuando, apenas, os ritos com duzentos anos mínimos de prática ininterrupta. Assim, entre outros, o [[rito bracarense]], o [[rito ambrosiano]], e [[rito moçárabe]] e o ritual de muitas instituições religiosas, legalmente continuam a existir.