Diferenças entre edições de "Casa da Suplicação"

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( nova página: O Supremo Tribunal do Reino chamou-se, até ao século XIV, '''Cúria do Rei''', '''Tribunal da Corte''' ou '''Tribunal da Casa do Rei''', e acompanhava o monarca nas...)
 
 
A [[7 de Janeiro]] de [[1584]] foi transferida para o [[Limoeiro]], local onde funcionara a Casa do Cível. Com o terramoto de [[1755]], passou para o palácio de D. [[Antão de Almada]] junto às portas de Santo Antão.
 
====Funcionamento====
Para o despacho das causas havia um [[regedor]], um [[chanceler]], [[desembargador|desembargadores dos agravos]], [[corregedores do crime]] e [[corregedor|corregedores do cível]] da Corte, juízes dos feitos da Coroa e Fazenda, [[ouvidor|ouvidores]] das apelações crime, [[procurador]] dos feitos da Coroa, procurador dos feitos da Fazenda, juiz da Chancelaria, um procurador da Justiça.
 
Havia ainda oficiais menores como: guarda-mor, porteiros, escrivães, solicitadores, meirinhos, executores, tesoureiros, carcereiros, caminheiros, guardas das cadeias, guarda-livros, pagem do bastão, alcaides, médico, cirurgião e ministro das execuções. Além de desembargadores extravagantes, distribuídos pelas mesas, consoante a qualidade e a quantidade dos feitos. Desembargadores e escrivães eram obrigados a residir em bairros próprios. O número de ministros foi aumentando ao longo dos tempos.
 
Por alvará de [[13 de Maio]] de [[1813]], o Princípe Regente D. João, para diminuir as despesas da Fazenda Real e simplificar a administração da justiça cível e criminal, reduziu para 60 o número de ministros com exercício efectivo na Casa da Suplicação.
 
[[Categoria: Governo de Portugal]]
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