Diferenças entre edições de "Theatro Municipal do Rio de Janeiro"

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[[Ficheiro:Theatro municipal rj construcao.jpg|250px|miniaturadaimagem|esquerda|O teatro em construção, 1906.]]
 
Após a [[Proclamação da República brasileira]] ([[1889]]), em [[1894]] o autor teatral [[Arthur Azevedo]] lançou uma campanha para que um novo teatro fosse construído para ser sede de uma companhia municipal, a ser criada nos moldes da [[Comédie-Française]].<ref name="theatro">{{Citar web |url= http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/historia.html |publicado=Theatromunicipal.rj.gov.br |obra= |autor= |título= Governo do Estado do Rio de Janeiro: Theatro Municipal do Rio de Janeiro |data= |acessodata=|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131004073032/http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/historia.html|arquivodata=2013-10-04|urlmorta=yes}}</ref> Entretanto, naqueles agitados dias, a campanha resultou apenas em uma lei municipal, que determinou a construção do teatro municipal. Essa lei não foi cumprida, apesar da cobrança de uma taxa para financiar a obra. Observe-se que a arrecadação desse novo tributo nunca foi utilizada para a construção do teatro.
 
Seria necessário esperar até à alvorada do [[século XX]] quando a sua construção viria a representar um dos símbolos do projeto [[República Velha|republicano]] para a então capital do Brasil. À época, o então prefeito [[Pereira Passos]] promoveu uma grande modernização do centro da cidade, abrindo-se, a partir de 1903, a [[Avenida Central]] (hoje avenida Rio Branco) moldada à imagem dos [[boulevard]]s [[paris]]ienses e ladeada por magníficos exemplares de [[arquitetura eclética]].
Nesse contexto, realizou-se um concurso para a construção de um novo teatro, do qual saiu vitorioso o projeto de Francisco de Oliveira Passos (filho do então prefeito [[Francisco Pereira Passos]]), que contou com a colaboração do [[França|francês]] Albert Guilbert, com um desenho inspirado na [[Ópera Garnier|Ópera de Paris]], de [[Charles Garnier]].<ref name="pancolecionismo">{{Citar web |url= http://www.pancolecionismo.com/text/131408.html |publicado= Pancolecionismo.com |título= PanColecionismo Temático}}</ref>
 
O edifício foi iniciado em [[1905]] sobre um alicerce de mil e seiscentas estacas de [[madeira (material)|madeira]] fincadas no [[lençol freático]].<ref name="pancolecionismo"/> Para decorar o edifício, foram chamados os mais importantes pintores e escultores da época, como [[Eliseu Visconti]], [[Rodolfo Amoedo]] e os irmãos Bernardelli.<ref>{{Citar web |url= http://www.eliseuvisconti.com.br/teatro_primeiroato.htm |publicado= Projeto Eliseu Visconti |título= Primeiro Ato |acessodata= 5 de julho de 2016 |arquivourl= https://web.archive.org/web/20070509080216/http://www.eliseuvisconti.com.br/teatro_primeiroato.htm |arquivodata= 2007-05-09 |urlmorta= yes }}</ref> Também foram recrutados artesãos europeus para executar [[vitrais]] e [[mosaico]]s.
 
Finalmente, quatro anos e meio mais tarde — um tempo recorde para a obra, que teve o revezamento de 280 operários em dois turnos de trabalho —, no dia [[14 de julho]] de [[1909]], foi inaugurado pelo então presidente da República, [[Nilo Peçanha]], o Teatro Municipal do Rio de Janeiro. [[Serzedelo Correia]] era o então prefeito da cidade.<ref name="theatro" />
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