Diferenças entre edições de "Emil Cioran"

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Após estudar Ciências Humanas no colégio Gheorghe Lazăr em Sibiu, Cioran começou a estudar Filosofia na Universidade de Bucareste aos 17 anos. Ao ingressar na universidade, aproximou-se de Eugène Ionesco e Mircea Eliade, os três permaneceriam amigos por muitos anos. Fez amizade com os futuros filósofos romenos Constantin Noica e Petre Ţuţea durante o período em que receberam ensinamentos de Tudor Vianu e Nae Ionescu. Cioran, Eliade e Ţuţea tornaram-se adeptos das idéias de seu mestre Nae Ionescu – ou seja, uma corrente denominada Trăirism.
 
Absorvendo influências Germânicasgermânicas, seus primeiros estudos centralizaram-se em [[Immanuel Kant]], [[Arthur Schopenhauer]], e principalmente [[Friedrich Nietzsche]]. Tornou-se um agnóstico, tomando por axioma "a inconveniência da existência". Durante seus estudos na Universidade, Cioran também foi influenciado pelas obras de Georg Simmel, Max Stiner, Ludwig Klages e [[Martin Heidegger]], e também pelo filósofo russo Lev Shestov, que aliou a crença na arbitrariedade da vida à base de seu pensamento. Cioran graduou-se com uma tese sobre Henri Bergson; mais tarde, porém, renegaria Bergson, alegando que este não compreendera a tragédia da vida. rejeitou também Heidegger dizendo "seu palavreado é mais original que o pensamento", em entrevista já idoso.
 
Algumas de suas ideia notáveis são o [[pessimismo]] (de Schopenhauer), [[ceticismo]] (de Montaigne), [[cinismo]] (de Diógenes), [[niilismo]] (de Nietzsche) e [[antinatalismo]]. Um jornal britânico o chamou de "o rei dos pessimistas", um francês de "arauto de miséria humana", e "o niilista que o século XX profetizou". Suicídio, morte, obsessão, vazio são temas recorrentes em sua obra, e se chamava aos dezenove anos de "especialista no problema da morte".