Diferenças entre edições de "Funcionalismo (ciências sociais)"

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== Estrutura-funcionalismo ==
O ''estruturo-funcionalismo'', ou ''funcionalismo estrutural'', foi a perspectiva dominante de antropólogos culturais e sociólogos rurais entre a [[II Guerra Mundial]] e a [[Guerra do Vietnã]]. O estruturo-funcionalismo tem a visão de que a sociedade é constituída por partes ([[polícia]], [[hospital|hospitais]], [[escola]]s, [[fazenda]]s etc.). Cada parte possui suas próprias funções e deve trabalhar em conjunto com as demais para promover a estabilidade social.{{carece de fontes}}
 
== Críticas ==
Nos [[Década de 1960|anos 1960]], o funcionalismo era criticado por prover modelos ineficazes para mudanças sociais, contradições estruturais e conflitos; por isso mesmo, a análise funcional ficou conhecida como ''teoria do consenso''. Funcionalistas respondem que Durkheim usou uma forma radical de socialismo corporativo juntamente com explicações funcionalistas, o [[marxismo]] reconhece contradições sociais e utiliza explicações funcionais e a teoria evolucionária de Parsons descreve os sistemas e subsistemas de diferenciação.{{carece de fontes}}
 
Críticos mais fortes incluem o argumento [[Epistemologia|epistemológico]] que diz que o funcionalismo tenta descrever instituições sociais apenas através de seus efeitos e assim não explica a causa desses efeitos. Também é frequente a referência ao argumento [[Ontologia|ontológico]] que a sociedade não pode ter "necessidades" como os seres humanos, e até que se a sociedade tem necessidades elas não precisam ser satisfeitas. Anthony Giddens argumenta que explicações funcionalistas podem todas ser reescritas como descrições históricas de ações e consequências humanas individuais.<ref name="Robert Merton p 39" />
 
Anterior aos movimentos sociais dos anos 60, o funcionalismo foi a visão dominante no pensamento sociológico; após tais movimentos, a teoria de conflito desafiou a sociedade corrente, defendida pela teoria funcionalista. Conforme alguns opositores, a teoria funcionalista sustenta que conflito e disputa pelo ''status quo'' é danosa à sociedade, tendendo a ser a visão proeminente entre os pensadores conservadores.{{carece de fontes}}
 
Como resposta às críticas ao determinismo, alguns autores, como [[Jeffrey Alexander]], enxergam o funcionalismo como uma ampla escola e não como um método ou sistema específico, como o de Parson. Deste modo, o funcionalismo seria capaz de tomar o equilíbrio como ponto de referência ao invés de suposição e trata a diferenciação estrutural como principal forma de mudança social. O termo "funcionalismo" implicaria, então, em uma distinção de métodos ou interpretações inexistentes. De maneira análoga, Cohen argumenta que mais do que necessidades, a sociedade tem fatos tendenciais: característica do ambiente social que sustenta a existência de instituições sociais particulares mas não as causa.<ref name="Robert Merton p 39" />
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