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=== Escola madrinha ===
 
Escola madrinha é aquela que, pela tradição carnavalesca, "[[batismo|batiza]]" uma agremiação mais nova. Esse batismo é um ritual que remonta aos primeiros carnavais, quando entidades que participavam das festas em nome do "[[Rei Momo|Deus Momo]]" tinham seus símbolos (estandartes e bandeiras) sacramentados em rituais solenes. As [[sociedades carnavalescas]], [[blocos carnavalescos]], [[ranchos]], [[choro]]s e [[Blocos carnavalescos|cordões carnavalescos]] eram considerados "[[pagão]]s" em sua criação, por isso a necessidade do ritual.{{carece<ref de fontes}}name="frenteeverso.com"/>
 
A tradição foi estendida para as escolas de samba, que segundo reza a tradição devem ser "''submetidas ao ritual solene do batismo, para que possam adentrar a passarela do asfalto, em pleno carnaval, devidamente sacramentadas. ''<ref name="frenteeverso.com">{{citar web|URL = http://frenteeverso.com/imperio-da-tijuca-visita-salvador-para-batizado-de-escola-de-samba-baiana/|título = Império da Tijuca visita Salvador para batizado de escola de samba baiana.|acessadoem = 25/08/2014|autor = Frente e Verso|publicado = Frente e Verso}}</ref> As novas escolas de samba são batizadas através de seus símbolos pelos padrinhos ou madrinhas, que podem ser pessoas físicas ou entidades mais antigas. No caso das últimas, são representadas por seus respectivos presidentes. No ritual, a porta-bandeira da escola pagã, acompanhada pelo respectivo mestre-sala, carrega o pavilhão oficial para o sacramento. A escola madrinha será representada pelo presidente da agremiação, acompanhado pelo mestre-sala e a porta-bandeira que carregará o pavilhão oficial da agremiação.<ref name="frenteeverso.com"/>
A figura das rainhas de bateria surgiu na [[década de 1970]], quando a famosa mulata [[Adele Fátima]], veio a frente da bateria da Mocidade Independente, fato inédito, até então, mas se popularizou na década seguinte com a modelo carioca e pioneira: [[Monique Evans]], em 1985, foi a primeira “famosa” a assumir o posto de rainha de bateria. Atualmente são as figuras mais festejadas que serão sempre lembradas como as 'Eternas rainhas do Carnaval' (pela imprensa) das escolas de samba. [[Monique Evans]], na [[GRES Mocidade Independente de Padre Miguel|Mocidade]], [[Luma de Oliveira]], na [[GRES Unidos do Viradouro|Viradouro]], [[Luíza Brunet]], na [[GRES Imperatriz Leopoldinense|Imperatriz]] e [[Viviane Araújo]], no [[GRES Acadêmicos do Salgueiro|Salgueiro]] são das demais rainhas de bateria as mais notáveis. Algumas escolas já introduziram a figura do Rei de bateria.<ref>{{citar web |url=http://web.archive.org/web/20090222155920/http://g1.globo.com/Carnaval2007/0,,AA1454556-8037,00.html |titulo=G1 - Rei de bateria enfrenta preconceito entre ritmistas |data=12/02/2007 |acessodata=11/07/2011 |autor=Clarisse Sá, G1}}</ref>
 
Já a ''madrinha de bateria'' é um elemento semelhante à rainha, sendo que as duas muitas vezes se confundem.<ref>{{citar web |url=http://web.archive.org/web/20090204000936/http://ego.globo.com/Carnaval2008/0,,MUL212616-9773,00-RAINHAS+DE+BATERIA+ABRAM+ALAS+PARA+AS+VOSSAS+MAJESTADES.html |autor=Globo.com |data=12/12/2007 |acessodata= |titulo=Carnaval 2008 - Rainhas de bateria: abram alas para as vossas majestades}}</ref> Muitas escolas criam os dois cargos para poder homenagear assim um maior número de pessoas, pois na [[década de 1980]], o fato de muitas escolas privilegiarem artistas alheias ao cotidiano da escola com o cargo, em detrimento de garotas da comunidade, causou discussões e polêmicas na [[mídia]]. Em tese, o cargo de madrinha deveria ser oferecido a [[mulher]]es de importância na história ou no cotidiano da escola, sendo um título vitalício, que não muda a cada ano, como o cargo de rainha, porém nem sempre isto se dá,.<ref>{{citar web |url=http://web.archive.org/web/20090217140330/http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Celebridades/2008/12/22/julia+alves+sera+rainha+de+bateria+da+escola+de+samba+perola+negra+3218346.html |titulo=Juliana Alves será rainha de bateria da escola de samba Pérola Negra|data=22/12/2008 |acessodata=11/07/2011 |autor=IG}}</ref><ref>{{citar web |url=http://web.archive.org/web/20081225185312/http://carnaval.uol.com.br/noticias/2008/01/24/ult5681u40.jhtm |autor=Carnaval UOL|data=24/01/2008 - 19h42 |titulo="Todas as rainhas de bateria se odeiam", diz rainha da Acadêmicos da Rocinha}}</ref> sendo a madrinha apenas uma rainha com outro nome.{{carece de fontes}}
 
=== Ala de passistas ===
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