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# '''Local do crime foi invadido: '''A advogada questiona as declarações do DHPP de que o local do crime fora preservado, mas os laudos necroscópicos apontam que a casa dos Pesseghini foi invadida por dezenas de pessoas, inclusive policiais.
# '''Lesões na mão de Marcelo: '''Marcelo apresentava lesões de defesa na mão que não foram analisadas. Além disso, o perito assinala manchas de sangue com características de espargimento (gotas projetadas com alta velocidade) na face interna da mão do garoto. Não há possibilidade de isso acontecer quando se está empunhando a arma, argumenta a advogada.
# '''Laudo põe em dúvida quem apertou o gatilho: '''Em laudo complementar, o perito relator do laudo de local afirma que, diferentemente do que consta do laudo inicial, o dedo de Marcelinho não se encontrava no gatilho da arma.
===Opinião de especialistas===
O presidente da Comissão de Segurança Pública da [[Ordem dos Advogados do Brasil]] da Seccional São Paulo (OAB-SP), Arles Gonçalves Júnior, disse que a execução da família Pesseghini demorou cerca de 10 minutos, segundo testes feitos na residência na [[Brasilândia (bairro de São Paulo)|Brasilândia]], onde os cinco corpos foram encontrados. O chefe direto da cabo Andreia, o capitão Laerte Araquém Fidelis Dias, da 1ª Companhia do 18º Batalhão, na Freguesia do Ó, disse que desconhecia que o filho da PM era portador de uma doença degenerativa. Ele a descreveu como uma pessoa alegre e sorridente, que nunca transpareceu problemas. Outro ex-chefe da cabo ouvido no [[Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa]] (DHPP) foi o capitão Fábio Paganotto, ex-comandante da 1ª Companhia do 18º batalhão. A Corregedoria da PM investiga uma denúncia de que Paganotto foi alertado pela cabo sobre um esquema de furtos a caixas eletrônicos praticados por policiais que trabalhavam com ela. Paganotto saiu do DHPP sem falar com a imprensa. <ref>{{citar web|URL = http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,morte-de-familia-de-pms-levou-10-minutos,1068129|título = Morte de família de PMs levou 10 minutos|data = 26 de agosto de 2013|acessadoem = |autor = |publicado = }}</ref>
 
Reportagem da [[Rede Bandeirantes|Band]], de julho de 2014, informa que centenas de horas de gravação, que nunca chegaram às mãos da perícia, podem provocar a reabertura do caso, dado como encerrado pela polícia. Uma sequência, gravada à 1h15 do dia 5 de agosto, mostra o carro prata que, segundo a polícia, era dirigido por Marcelinho logo depois da chacina. O motorista está com as mãos em cima do volante e no banco de trás se vê o que parece ser um vulto. O veículo com os faróis apagados estaciona e depois pisca quatro vezes a lanterna traseira, como se estivesse enviando um sinal. Para aumentar o mistério, cerca de 40 segundos depois dois carros escuros, com películas protetoras nos vidros, passam em baixa velocidade. <ref>{{citar web|URL = http://noticias.band.uol.com.br/cidades/noticia/100000695571/videos-ineditos-podem-reabrir-caso-pesseghini.html|título = Vídeos inéditos podem reabrir caso Pesseghini|data = 15 de julho de 2014|acessadoem = |autor = |publicado = }}</ref>
 
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==Ver também==
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