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===Paralisações antecedentes===
Em 1917 houve uma onda de greves iniciada em [[São Paulo (estado)|São Paulo]] em duas fábricas texteis do [[Cotonifício Rodolfo Crespi]] e, obtendo a adesão dos servidores públicos, rapidamente se espalhou por toda a cidade, e depois por quase todo o país. Logo se estendeu ao Rio de Janeiro, e outros estados, principalmente ao [[Rio Grande do Sul]]. Foi liderada por trabalhadores e ativistas inspirados nos ideais [[anarquista]]s e [[Socialistas]], dentre eles vários imigrantes [[italia]]nos e [[Anarquismo na Espanha|espanhóis]]. Os sindicatos por ramos e ofícios, as ligas e uniões operárias, as federações estaduais, e a [[Confederação Operária Brasileira]] (fundada em 1906) inspirada em ideais anarquistas. No mesmo ano, uma das primeiras greves aconteceu em Jundiaí (SP) iniciada por ferroviários com adesão dos têxteis e manifestações até na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, como documentado no Arquivo Edgard Leuenroth, da Unicamp.
 
==Contexto político econômico==
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