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A sintaxe é importante pois a unidade falada é a [[oração (gramática)|oração]], não a palavra ou o som. Em termos práticos, o falante fala e o ouvinte ouve orações. Salvo o caso quando uma única palavra é portadora de sentido completo.<ref name="Borba">{{citar livro|autor =Borba, Francisco S. |autorlink = |coautor= |título=Introdução aos Estudos Linguísticos |data= 1975 |publicado=Companhia Editora Nacional |local= São Paulo | isbn= |página= 251}}</ref>
 
Os primeiros passos da tradição [[Europa|europeia]] no estudo da sintaxe foram dados pelos antigos [[Grécia|gregos]], começando com [[Aristóteles]], que foi o primeiro a dividir a frase em [[sujeito]]s e [[Predicado (gramática)|predicados]]. Um segundo contributo fundamental deve-se a [[Frege]] que critica a análise aristotélica, propondo uma divisão da frase em função e argumento. Deste trabalho fundador, deriva toda a lógica formal contemporânea, bem como a sintaxe formal. No [[século XIX]] a [[filologia]] dedicou-se sobretudo à investigação nas áreas da [[fonologia]] e [[Morfologia (linguística)|morfologia]], não tendo reconhecido o contributo fundamental de [[Frege]], que só em meados do século XX foi verdadeiramente apreciadoqualquer.
 
== Análise Sintática ==