Diferenças entre edições de "Lide (jornalismo)"

Sem alteração do tamanho ,  13h23min de 23 de julho de 2019
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Após a chegada do lide se desencadeava mais uma estruturação para o texto jornalístico, a pirâmide invertida que é uma técnica de hierarquização dos fatos, da ordem decrescente de relevância dos fatos. Segundo Ricardo Carde, em <ref>{{Citar web |url=https://fasul.edu.br/portal/files/biblioteca_virtual/7/manualdejornalismo.pdf |titulo=Manual |acessodata=2017-09-06 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20170907034301/https://fasul.edu.br/portal/files/biblioteca_virtual/7/manualdejornalismo.pdf |arquivodata=2017-09-07 |urlmorta=yes }}</ref> Manual do Jornalismo “a verdade é que o sistema do lide e da pirâmide invertida possui potencialidades que seria um erro menosprezar”, por isso é importante que o jornalista tenha domínio da técnica na construção da notícia.
 
O lide permite que a resposta se estruture no esquema da pirâmide investidainvertida:
[[Imagem:Pirâmide.png|centro|Hierarquia da pirâmide]]
Devido ao surgimento do lide o nariz de cera foi eliminado dos textos jornalísticos. O nariz de cera nada mais é que criar um suspense, ou até mesmo como alguns chamam: “enrolação”. Esse esquema fazia com que o cerne da notícia fosse compreendido apenas no fim da matéria.  A padronização para os textos com o uso do lide e da pirâmide invertida tornou a escrita mais objetiva.