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== História ==
 
No ano [[1673]], [[Manuel de Barcelos Domingues]], um dos primeiros povoadores da cidade do Rio de Janeiro, construiu uma capela particular em sua Fazenda Bangu, primitivamente Engenho da Serra. Aquela região era parte até então da [[Freguesia]] de [[Campo Grande (bairro do Rio de Janeiro)|Campo Grande]]. Em 1740, [[João Manoel de Melo]] recebeu por sesmaria a Fazenda do Bangu. Em 1743, [[João Freire Alemão]] comprou a fazenda da viúva de João Manoel de Melo, que teve ainda como proprietários [[Anna Francisca de Castro Morais]] e Miranda (1798), Manoel Miguel Martins, o [[Barão de Itacurussá]] (1870).
Os registros históricos sobre Bangu destacam o papel de Manuel de Barcelos Domingues, primeiro a se interessar pelas terras desmembradas da paróquia de Nossa Senhora do Desterro de Campo Grande e torná-las produtivas. Foi também o fundador, em 1673, da então Fazenda Bangu, onde construiu uma capela, e também do Engenho da Serra, com a finalidade de produzir açúcar, álcool, cachaça e rapadura.A iniciativa e o sucesso de Manuel Domingues logo despertaram interesse de outros proprietários de roças vizinhas, dentre elas Piraquara, Retiro e Viegas, além de acender o interesse dos religiosos do Carmo pela região.
 
Ao longo dos anos, o controle da Fazenda Bangu mudou de mãos diversas vezes, passando por João Manuel de Melo (1740) , João Freire Alemão (1743), João Freire Tomás, Brites de Lemos, Gregório de Morais Castro, Ana Francisca de Castro Morais e Miranda (1798), Gregório de Castro Morais e Sousa e Manuel Miguel Martins, o Barão de Itacuruçá (1870).
 
Posteriormente, a ''Companhia Progresso Industrial do Brasil'', adquiriu a propriedade dessas fazendas, onde fundou, no dia 06 de Fevereiro de 1889, a Fábrica de Tecidos Bangu.<ref name="shopping"/><ref name="museu">{{citar web|url=http://www.bangu.org.br/?cat=1|titulo=Entrada Principal da fábrica Bangu|data=11/08/2010|acessodata=09/09/2013|autor=Museu de Bangu}}</ref> Quando da compra da fazenda pela companhia, havia na região apenas uma rua, a [[Caminho Imperial|Estrada Real de Santa Cruz]], que foi aberta para permitir a comunicação com as Sesmarias dos [[Jesuíta]]s (chamou-se originalmente caminho dos Jesuítas), que se estendiam pelo litoral até as proximidades de [[Itaguaí]]. Na atualidade, encontram-se neste logradouro os marcos históricos (lápides de concreto) que serviam para demarcar a distância, em léguas, que o Imperador [[Dom Pedro I]] percorria para encontrar a sua amada, a [[marquesa de Santos]], desde que deixava sua residência, na [[Quinta da Boa Vista]], até chegar a [[São Paulo (estado)|São Paulo]]. Eles também serviam para parar e descansar depois de horas andando a cavalo.
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