Diferenças entre edições de "Garcia de Noronha"

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==Biografia==
[[Dom (título)|D.]] Garcia de Noronha era filho de D. [[Fernando de Noronha]] e de sua mulher Constança de Castro (irmã de [[Afonso de Albuquerque]]<ref name=":0" />), neto paterno de D. [[Pedro de Noronha]], [[Arcebispo de Lisboa]], e de Branca Dias Perestrelo, única filha do primeiro casamento de [[Bartolomeu Perestrelo]] com Branca Dias.<ref name="SR">{{citar livro|url=http://www.soveral.info/mas/mas5.htm|título=Sangue Real|autor=[[Manuel Abranches de Soveral]]|primeiro=|editora=Edição do Autor ISBN 972-97430-1-0|ano=1998|local=PortiPorto|páginas=|id=|acessodata=}}</ref>
 
Antes foi [[capitão-mor do mar da Índia]], cargo imediatamente abaixo do de vice-rei, na altura este era exercido por seu tio materno, [[Afonso de Albuquerque]], com o qual esteve nas conquistas de [[Goa]], [[Ormuz]] e [[Calecute]] e cujo governo secundou.
Numa carta ao rei, de 3 de Novembro de 1540, Sebastião Garcez dá conta da grande desordem que havia na Índia depois do falecimento do vice-rei D. Garcia de Noronha, afirmando que, depois que entrou no governo D. Estêvão da Gama, introduziu na feitoria toda a fazenda que tinha, vendendo-a por maior preço e exercitando outras muitas violências. D. Garcia tentou colocar alguma ordem no uso e abuso de privilégios em Goa, do que resultou queixa dos moradores para o rei, existindo um longo traslado de 11 de Outubro de 1539 do agravo que interpuseram por o vice-rei D. Garcia de Noronha lhes não guardar os privilégios, graças e franquezas que D. Manuel I lhes concedeu, como também Afonso de Albuquerque, em nome do dito senhor, e que contém as respostas que o vice-rei deu. D. Garcia teve muitos outros benefícios ao longo da sua vida.
 
Casou-se c. 1515 com sua prima D. Inês e Castro, filha de D. Álvaro de Castro<ref>{{citar livro|url=https://archive.org/details/brasesdasaladesi02braa/page/212|título=Brasões da Sala de Sintra - Livro Segundo|ultimo=Freire|primeiro=Anselmo Braamcamp|editora=Imprensa da Universidade de Coimbra|ano=1921|local=Coimbra|página=212 a|páginas=|acessodata=28/07/2019}}</ref> e irmã de D. [[João de Castro]], vice-rei da Índia (1545 - 1548).<ref name="SR"/>
 
D. Garcia de Noronha morreu em [[Cochim]], indo sepultar à [[Sé Catedral de Santa Catarina|Sé de Goa]], onde está no centro da [[Abside|capela-mor]], numa magnífica lápide negra com as armas dos Noronha e a seguinte inscrição, em letra redonda com feição gótica: «''Aqui jaz Dom Garcia de Noronha Viso Rei que foi da Imdia. Faleceo nesta cidade de Goa aos 3 dias dabril da era de 1540''».
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