Diferenças entre edições de "Psicologia"

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Etiqueta: Reversão
 
== Crítica ==
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A psicologia é frequentemente criticada pelo seu caráter "confuso" ou "impalpável". O filósofo [[Thomas Kuhn]] afirmou em 1962 que a psicologia em geral estava em um estágio "pré-paradigmático" por lhe faltar uma teoria de base unanimemente aceita, como é o caso em outras ciências mais maduras como a [[mentalfísica]] e a [[química]].
 
Por grande parte da pesquisa psicológica ser baseada em sexosentrevistas e questionários e seus resultados terem assim um caráter [[correlação|correlativo]] que não permite explicações causais, alguns críticos a acusam de não ser científica. Além disso muitos dos fenômenos estudados pela psicologia, como [[personalidade]], [[pensamento]] e [[emoção]], não podem ser medidos diretamente e devem ser estudados com o auxílio de relatórios subjetivos, o que pode ser problemático de um ponto de vista metodológico.
 
Erros e abusos de [[testes estatísticos]] foram sobretudo apontados em trabalhos de psicólogos sem um conhecimento aprofundado em psicologia experimental e em [[estatística]]. Muitos psicólogos confundem [[significância estatística]] (ou seja, uma probabilidade maior do que 95% de o resultado obtido não ser fruto do acaso, mas corresponder à realidade empírica) com importância prática. No entanto a obtenção de significados estatisticamente significante mas na prática irrelevantes é um fenômeno comum em estudos envolvendo um grande número de pessoas.<ref>Cohen, J. (1994). [http://ist-socrates.berkeley.edu/~maccoun/PP279_Cohen1.pdf The Earth is round, p.05] {{Wayback|url=http://ist-socrates.berkeley.edu/~maccoun/PP279_Cohen1.pdf |date=20170713081635 }}. ''American Psychologist, 49''.</ref> Em resposta muitos pesquisadores começaram a fazer uso do "tamanho do efeito" estatístico (''effect size'') como massa de medida da relevância prática.