Diferenças entre edições de "Discussão:Beatriz de Portugal"

480 bytes adicionados ,  22h25min de 7 de agosto de 2019
 
--[[Usuário(a):Templarius 01|Templarius 01]] ([[Usuário(a) Discussão:Templarius 01|discussão]]) 19h23min de 4 de março de 2018 (UTC) Os erros e contradições da historiografia portuguesa repetem-se ''ad aeternum'': se é inquestionável que Leonor Teles foi regente, de acordo com o testamento de D. Fernando, não pode ser questionável que ela foi regente em nome da única herdeira legítima: D. Beatriz. Por isso, sim, D. Beatriz foi rainha de Portugal ''de facto'' enquanto a rainha-mãe foi regente. Independentemente de terem sido governantes populares, de algumas cidades se terem recusado a cumprir com os protocolos de aclamação. Facto é que até meados de dezembro de 1383 tudo estava a ser cumprido de acordo com o estipulado pelas Cortes e pelo testamento de D. Fernando sem tumultos relevantes. Nominalmente, D. Beatriz foi rainha ''de jure'' até às cortes de 1385, o único órgão que oficialmente acaba com os Borgonha e instala os Avis. Esta página está gravemente escrita, com lacunas e adjetivos qualificativos lamentáveis.
 
---Pois, pois, mas onde está o reconhecimento por Juan I de Castilla da regência de Leonor Teles? A única coisa que se sabe é que a senhora renunciou unilateralmente, num notário de Santarém, a todo e qualquer direito à regência (que por acaso só poderia renunciar em Cortes portuguesas, se as Cortes a deixassem). Abraço, [[Especial:Contribuições/188.80.68.21|188.80.68.21]] ([[Usuário(a) Discussão:188.80.68.21|discussão]]) 22h25min de 7 de agosto de 2019 (UTC)
 
==Eu não escrevi nenhuma biografia da Beatriz, chamada de «Portugal» em Castela==
Utilizador anónimo