Companhia Paulista de Trens Metropolitanos: diferenças entre revisões

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== História ==
{{VT|Cronologia das estradas de ferro em São Paulo}}
[[Imagem:Estação de Paranapiacaba 2.jpg|thumb|esquerda|Estação de [[Paranapiacaba]].]]
A história das ferrovias no estado de [[São Paulo (estado)|São Paulo]] remontam ao ano de 1867 com a construção da primeira ligação entre as cidades de [[Santos]], [[São Paulo (cidade)|São Paulo]] e [[Jundiaí]] pela [[São Paulo Railway]], inaugurada em 16 de fevereiro de 1867, que atravessava o [[planalto paulista]] descendo a [[serra do mar]]. Em 1946 a [[Estrada de Ferro Santos-Jundiaí|Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (EFSJ)]], controlada pelo governo federal, assumiu a operação da estrada de ferro que hoje forma as linhas [[Linha 7 da CPTM|7 - Rubi]] e [[Linha 10 da CPTM|10 - Turquesa]].
[[Imagem:Webysther 20150509172554 - Estação da Luz.jpg|thumb|esquerda|[[Estação da Luz]]]]
 
NaA décadahistória dedas 1870,ferrovias ano estado de [[CompanhiaSão Paulo (estado)|São Paulo]] eremontam ao Rioano de Janeiro]]1867 construiucom a [[Estradaconstrução deda Ferroprimeira doligação Norte]],entre umaas linhacidades férreade que conectava[[Santos]], [[São Paulo (cidade)|São Paulo]] àse cidades[[Jundiaí]] dopela [[ValeSão doPaulo ParaíbaRailway]]., Eminaugurada 1890,em esta16 ferroviade foifevereiro incorporadade pela1867, que atravessava o [[Estradaplanalto depaulista]] Ferrodescendo Centrala [[serra do Brasil|mar]]. Em 1946 a [[Estrada de Ferro CentralSantos-Jundiaí|Estrada dode BrasilFerro Santos-Jundiaí (EFCBEFSJ)]]., Atualmentecontrolada constituipelo emgoverno partefederal, assumiu a atualoperação da estrada de ferro que hoje forma as linhas [[Linha 117 da CPTM|linha 117 - CoralRubi]] e linha[[Linha 1210 da CPTM|10 - SafiraTurquesa]].
 
Na década de 1870, a [[Companhia São Paulo e Rio de Janeiro]] construiu a [[Estrada de Ferro do Norte]], uma linha férrea que conectava [[São Paulo (cidade)|São Paulo]] às cidades do [[Vale do Paraíba]]. Em 1890, esta ferrovia foi incorporada pela [[Estrada de Ferro Central do Brasil|Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB)]]. Atualmente constitui em parte a atual [[Linha 11 da CPTM|linha 11 - Coral]] e linha 12 - Safira. No ano de 1926, foi construída pela [[EFCB]] uma variante ao tronco principal chamado de ''[[Variante de Poá]]'', que hoje forma em sua totalidade a [[Linha 12 da CPTM|linha 12 - Safira]] da CPTM.
No ano de 1926, foi construída pela [[EFCB]] uma variante ao tronco principal chamado de ''[[Variante de Poá]]'', que hoje forma em sua totalidade a [[Linha 12 da CPTM|linha 12 - Safira]] da CPTM. Por outro lado, a [[Estrada de Ferro Sorocabana]] construiu, em 1875, uma ligação entre as cidades de São Paulo e [[Sorocaba]], que corresponde parcialmente à atual [[Linha 8 da CPTM|linha 8 - Diamante]]. Em meados de 1937 a [[Estrada de Ferro Sorocabana]] construiu um ramal ligando as cidades de [[Mairinque]] a de [[Santos]] com o objetivo de derrubar o monopólio que a [[São Paulo Railway|SPR]] possuía na ligação entre o [[planalto paulista]] e o litoral. Mais tarde com o objetivo de encurtar a distancia entre a capital paulista e a cidade de [[Santos]] foi construído, em 1957, o [[Linha Sul da Fepasa|ramal de Jurubatuba]] que partia da estação [[Estação Imperatriz Leopoldina (CPTM)|Imperatriz Leopoldina]] e ia até a [[estação Evangelista de Souza]] no [[Linha Mairinque-Santos (Sorocabana)|ramal Mairinque-Santos]], formando hoje, em parte, a [[Linha 9 da CPTM|Linha 9 - Esmeralda]] da CPTM.
 
NoEm ano de 1926, foi construída pela [[EFCB]] uma variante ao tronco principal chamado de ''[[Variante de Poá]]'', que hoje forma em sua totalidade a [[Linha 12 da CPTM|linha 12 - Safira]] da CPTM. Por outro lado1875, a [[Estrada de Ferro Sorocabana]] construiu, em 1875, uma ligação entre as cidades de São Paulo e [[Sorocaba]], que corresponde parcialmente à atual [[Linha 8 da CPTM|linha 8 - Diamante]]. Em meados de 1937, a [[Estrada de Ferro Sorocabana]] construiu um ramal ligando as cidades de [[Mairinque]] a de [[Santos]] com o objetivo de derrubar o monopólio que a [[São Paulo Railway|SPR]] possuía na ligação entre o [[planalto paulista]] e o litoral. Mais tarde com o objetivo de encurtar a distancia entre a capital paulista e a cidade de [[Santos]] foi construído, em 1957, o [[Linha Sul da Fepasa|ramal de Jurubatuba]] que partia da estação [[Estação Imperatriz Leopoldina (CPTM)|Imperatriz Leopoldina]] e ia até a [[estação Evangelista de Souza]] no [[Linha Mairinque-Santos (Sorocabana)|ramal Mairinque-Santos]], formando hoje, em parte, a [[Linha 9 da CPTM|Linha 9 - Esmeralda]] da CPTM.
[[Imagem:Estação de Paranapiacaba 2.jpg|thumb|esquerda|[[Estação de Paranapiacaba]], que fez parte da [[ParanapiacabaLinha 10 da CPTM|Linha 10 - Turquesa]].]]
 
Em 1957 as ferrovias federais são unificadas numa única empresa estatal, a [[Rede Ferroviária Federal|Rede Ferroviária Federal (RFFSA)]], entre elas a [[Estrada de Ferro Central do Brasil|EFCB]] e a [[Estrada de Ferro Santos-Jundiaí|Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (EFSJ)]]. As seções urbanas da [[Rede Ferroviária Federal|RFFSA]] de todo o pais originaram, nos [[anos 1970]], a Empresa Brasileira de Transporte Urbano (EBTU) sendo substituída, em 1984, pela [[Companhia Brasileira de Trens Urbanos|Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU)]]. Em 1971, todas as ferrovias controladas pelo governo paulista foram unificadas para formar a [[Ferrovia Paulista S/A|Ferrovia Paulista S/A (FEPASA)]], entre elas a [[Estrada de Ferro Sorocabana]]. A [[Ferrovia Paulista S/A|FEPASA]] criou então, a [[Ferrovia Paulista S/A|FEPASA DRM]], que era uma divisão que administrava o transporte de passageiros dentro das regiões metropolitanas do estado de São Paulo.
=== Criação da CPTM ===
{{VT|Tumultos na CPTM em 1996}}
[[Imagem:Centro de Controle Operacional da CPTM.jpg|thumb|Centro de Controle Operacional da CPTM no bairro do Brás, em São Paulo.]]
 
A CPTM teve sua criação em 28 de maio de 1992, pelo [[Governo do Estado de São Paulo]] (Lei nº 7.861), sendo que a nova Companhia deveria assumir os sistemas de trens da [[Região Metropolitana de São Paulo]] (RMSP) em substituição à CBTU (Superintendência de Trens Urbanos de São Paulo STU/SP) e à [[Ferrovia Paulista S/A|FEPASA DRM]], de forma a assegurar a continuidade e melhoria dos serviços. O efetivo controle do sistema pertencente a CBTU, ocorreu somente no ano de 1994. Já a [[Ferrovia Paulista S/A|FEPASA DRM]] foi incorporada à ''CPTM'' em 1996 para que se iniciasse a privatização da malha da [[Ferrovia Paulista S/A|FEPASA]] e permanecesse os serviços de transporte metropolitano de passageiros sob controle do estado.
 
 
=== Expansão e modernização ===
[[Imagem:Centro de Controle Operacional da CPTM.jpg|thumb|Centro de Controle Operacional da CPTM no bairro do Brás, em São Paulo.]]
 
}}Em 1998, foram iniciadas pela ''CPTM'' as obras civis básicas da então chamada ''Linha G'', que havia sido planejada há anos pela Fepasa como Ramal do Campo Limpo. O trecho entre Largo Treze e Capão Redondo envolveram a aplicação de 7&nbsp;km de vias elevadas, 1&nbsp;km de vias superficiais e 850 metros subterrâneos, além da construção de um pátio para manutenção e manobras em Capão Redondo. Porém, o trecho foi passado ao Metrô em troca do [[Linha 11 da CPTM#Expresso Leste|Expresso Leste]], construído pela [[Companhia do Metropolitano de São Paulo]]. Em 2001, o Governo do Estado de São Paulo transferiu a operação da linha para a Companhia do Metropolitano de São Paulo, passando a chamar-se [[Linha 5 do Metrô de São Paulo]]<ref>https://www.metrocptm.com.br/trem-da-frota-f-da-linha-5-aparece-com-pintura-da-viamobilidade/</ref>.
 
Em novembro de 2006, foi inaugurado em uma área contígua à [[Estação Brás]], o prédio do CCO (Centro de Controle Operacional) da CPTM, que além dos trens metropolitanos, também responde pela circulação dos trens de carga, nos trechos em que compartilham as vias com os trens de passageiros. O CCO passou a ser responsável pela operação das então seis linhas da CPTM (7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira), que antigamente eram comandadas de pontos distintos. Os painéis na Estação Brás continham somente o controle das linhas 11-Coral e 12-Safira. Já os controles das linhas [[Linha 7 da CPTM|7-Rubi]] e [[Linha 10 da CPTM|10-Turquesa]] eram feitos no CTC (Centro de Tráfego e Controle), na Luz. E por fim, as linhas [[Linha 8 da CPTM|8-Diamante]] e [[Linha 9 da CPTM|9-Esmeralda]] que eram controladas pelo CCO de Presidente Altino, em Osasco<ref>http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/governador-inaugura-novo-centro-de-controle-operacional-da-cptm/</ref>.
 
Desde o ano de 2007, a companhia vem passando por um profundo processo de modernização que visa retirar de circulação todas as frotas antigas, afim de oferecer frotas novas capazes de rodar em qualquer linha conforme a necessidade e com o que há de mais moderno em tecnologia ferroviária, aumentando também sua quantidade de trens e diminuindo intervalos<ref name="carros">{{citar periódico|data=2013|título=Renovação da frota de trens eleva padrão de conforto|url=http://www.brasilengenharia.com/portal/images/stories/revistas/edicao613/art_renovacao_613.pdf|publicado=Brasil Engenharia|página=87|acessodata=13 de julho de 2014|autor=Eurico Baptista Ribeiro Filho e Márcio Machado|edição=613}}</ref>.
 
Para promover ''"a uniformização da comunicação visual dos dois sistemas e para facilitar a locomoção e a localização dos usuários e de turistas"'' o Governo do Estado alterou, em março de 2008, a nomenclatura das linhas pertencentes à CPTM, integrando-as à nomenclatura utilizada pelo [[Metrô de São Paulo]]. Foi atribuído a cada linha um número (a começar do número 7, somando-se às linhas outras seis linhas do [[Metrô de São Paulo|Metrô]] já em operação, em construção ou em projeto) e o nome de uma pedra preciosa.<ref>{{Citar web|url=http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/linhas-da-cptm-ganham-novos-nomes|titulo=Linhas da CPTM ganham novos nomes|data=3 de abril de 2008|publicado=[[Governo do Estado de São Paulo]]|acessodata=26 de junho de 2018}}</ref>
 
Em dezembro de 2013, a ''CPTM'' iniciou as obras do projeto do ''Trem de Guarulhos'', renomeado para [[Linha 11 da CPTM|Linha 13–Jade]]. A fase I foi definida com 12,2 quilômetros de extensão e três estações (Engenheiro Goulart, Guarulhos CECAP e Aeroporto–Guarulhos),  sendo parte do trajeto feita em superfície (4,3&nbsp;km) e outra em elevado (7,9&nbsp;km)<ref>{{citar web|url=http://www.cptm.sp.gov.br/licitacoes/AudienciaPublica/Arquivos/APRESENTACAO_AUD_PUBL_LINHA%2013%20JADE_VF.pdf|titulo=Apresentação de audiência pública para linha 13 Jade|publicado=cptm.sp.gov.br|acessodata=03/08/2013|arquivourl=https://web.archive.org/web/20130512053610/http://www.cptm.sp.gov.br/licitacoes/AudienciaPublica/Arquivos/APRESENTACAO_AUD_PUBL_LINHA%2013%20JADE_VF.pdf|arquivodata=2013-05-12|urlmorta=yes}}</ref>. Em 31 de março de 2018, após pouco mais de quatro anos de construção, a primeira fase da linha foi inaugurada, sendo a primeira linha totalmente construída e operada pela CPTM.<ref>{{citar web|url=http://www.brasilengenharia.com/portal/revistas/104-edicao-634/17992-cptm-completa-25-anos-um-trem-rumo-a-cumbica|título=CPTM completa 25 anos: Um trem rumo à Cumbica|data=julho–agosto de 2017|publicado=Revista Engenharia, Ano 74, nº 634|acessodata=}}</ref>
 
=== Demanda de passageiros ===
{{Gráfico de evolução|1992(a)|277|1997|249|2002|322|2007|465|2012|764|2017|827|2018(b)|863|
|título=Movimento anual de passageiros (em milhões)
 
(b) Recorde de pass. transportados
}}
}}Em 1998, foram iniciadas pela ''CPTM'' as obras civis básicas da então chamada ''Linha G'', que havia sido planejada há anos pela Fepasa como Ramal do Campo Limpo. O trecho entre Largo Treze e Capão Redondo envolveram a aplicação de 7&nbsp;km de vias elevadas, 1&nbsp;km de vias superficiais e 850 metros subterrâneos, além da construção de um pátio para manutenção e manobras em Capão Redondo. Porém, o trecho foi passado ao Metrô em troca do [[Linha 11 da CPTM#Expresso Leste|Expresso Leste]], construído pela [[Companhia do Metropolitano de São Paulo]]. Em 2001, o Governo do Estado de São Paulo transferiu a operação da linha para a Companhia do Metropolitano de São Paulo, passando a chamar-se [[Linha 5 do Metrô de São Paulo]]<ref>https://www.metrocptm.com.br/trem-da-frota-f-da-linha-5-aparece-com-pintura-da-viamobilidade/</ref>.
Atualmente são transportados pelas suas 7 linhas, que cortam 23 municípios, cerca de 2,9 milhão de usuários por dia, atingindo mais de 3 milhões de passageiros pela primeira vez em novembro de 2013<ref>{{citar web|url=http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/11/18/cptm-bate-recorde-de-passageiros-transportados.htm |título= CPTM bate recorde de passageiros transportados |data= |publicado=UOL |acessodata=31 de dezembro de 2013}}</ref>.
 
Em novembro de 2006, foi inaugurado em uma área contígua à [[Estação Brás]], o prédio do CCO (Centro de Controle Operacional) da CPTM, que além dos trens metropolitanos, também responde pela circulação dos trens de carga, nos trechos em que compartilham as vias com os trens de passageiros. O CCO passou a ser responsável pela operação das então seis linhas da CPTM (7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira), que antigamente eram comandadas de pontos distintos. Os painéis na Estação Brás continham somente o controle das linhas 11-Coral e 12-Safira. Já os controles das linhas [[Linha 7 da CPTM|7-Rubi]] e [[Linha 10 da CPTM|10-Turquesa]] eram feitos no CTC (Centro de Tráfego e Controle), na Luz. E por fim, as linhas [[Linha 8 da CPTM|8-Diamante]] e [[Linha 9 da CPTM|9-Esmeralda]] que eram controladas pelo CCO de Presidente Altino, em Osasco<ref>http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/governador-inaugura-novo-centro-de-controle-operacional-da-cptm/</ref>.
 
Desde o ano de 2007, a companhia vem passando por um profundo processo de modernização que visa retirar de circulação todas as frotas antigas, afim de oferecer frotas novas capazes de rodar em qualquer linha conforme a necessidade e com o que há de mais moderno em tecnologia ferroviária, aumentando também sua quantidade de trens e diminuindo intervalos<ref name="carros">{{citar periódico|data=2013|título=Renovação da frota de trens eleva padrão de conforto|url=http://www.brasilengenharia.com/portal/images/stories/revistas/edicao613/art_renovacao_613.pdf|publicado=Brasil Engenharia|página=87|acessodata=13 de julho de 2014|autor=Eurico Baptista Ribeiro Filho e Márcio Machado|edição=613}}</ref>.
 
Para promover ''"a uniformização da comunicação visual dos dois sistemas e para facilitar a locomoção e a localização dos usuários e de turistas"'' o Governo do Estado alterou, em março de 2008, a nomenclatura das linhas pertencentes à CPTM, integrando-as à nomenclatura utilizada pelo [[Metrô de São Paulo]]. Foi atribuído a cada linha um número (a começar do número 7, somando-se às linhas outras seis linhas do [[Metrô de São Paulo|Metrô]] já em operação, em construção ou em projeto) e o nome de uma pedra preciosa.<ref>{{Citar web|url=http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/linhas-da-cptm-ganham-novos-nomes|titulo=Linhas da CPTM ganham novos nomes|data=3 de abril de 2008|publicado=[[Governo do Estado de São Paulo]]|acessodata=26 de junho de 2018}}</ref>
 
Em dezembro de 2013, a ''CPTM'' iniciou as obras do projeto do ''Trem de Guarulhos'', renomeado para [[Linha 11 da CPTM|Linha 13–Jade]]. A fase I foi definida com 12,2 quilômetros de extensão e três estações (Engenheiro Goulart, Guarulhos CECAP e Aeroporto–Guarulhos), sendo parte do trajeto feita em superfície (4,3&nbsp;km) e outra em elevado (7,9&nbsp;km)<ref>{{citar web|url=http://www.cptm.sp.gov.br/licitacoes/AudienciaPublica/Arquivos/APRESENTACAO_AUD_PUBL_LINHA%2013%20JADE_VF.pdf|titulo=Apresentação de audiência pública para linha 13 Jade|publicado=cptm.sp.gov.br|acessodata=03/08/2013|arquivourl=https://web.archive.org/web/20130512053610/http://www.cptm.sp.gov.br/licitacoes/AudienciaPublica/Arquivos/APRESENTACAO_AUD_PUBL_LINHA%2013%20JADE_VF.pdf|arquivodata=2013-05-12|urlmorta=yes}}</ref>. Em 31 de março de 2018, após pouco mais de quatro anos de construção, a primeira fase da linha foi inaugurada, sendo a primeira linha totalmente construída e operada pela CPTM.<ref>{{citar web|url=http://www.brasilengenharia.com/portal/revistas/104-edicao-634/17992-cptm-completa-25-anos-um-trem-rumo-a-cumbica|título=CPTM completa 25 anos: Um trem rumo à Cumbica|data=julho–agosto de 2017|publicado=Revista Engenharia, Ano 74, nº 634|acessodata=}}</ref>
 
AtualmenteO sãorecorde histórico de passageiros transportados pelaspela suasCPTM 7foi linhas,atingido queno cortamdia 238 municípios,de cercajunho de 22018,7 milhãoonde deforam usuáriosregistrados por3.096.035 dia,usuários atingindono umsistema. O recorde deanterior maisera de 328 milhõesde novembro de passageiros2014, emquando novembroforam detransportados 20133.094.737 usuários<ref>{{citar web|url=http://noticiaswww.cptm.uolsp.comgov.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013Pages/11/18/cptmCPTM-batetem-recorde-de-passageiros-transportados.htmaspx. |título= CPTM batetem recorde de passageiros transportados |data= |publicado=UOLCPTM |acessodata=3124 de dezembroagosto de 20132019}}</ref>.
 
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