Diferenças entre edições de "Dissonância cognitiva"

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Pequenas correções ortográficas e hiperligação em "Esopo" nos "Exemplos".
m (No segundo parágrafo que trata da definição da teoria, existiam erros de concordância em decorrência da tradução direta inglês-português.)
m (Pequenas correções ortográficas e hiperligação em "Esopo" nos "Exemplos".)
'''Relação consonante''': O indivíduo tenta adquirir novas informações ou crenças que irão aumentar a consonância.
 
'''Relação irrelevante''': oO indivíduo tenta esquecer ou reduzir a importância daquelas cognições que mantêm a situação de dissonância
 
A [[teoria]] da dissonância cognitiva afirma que cognições contraditórias entre si servem como estímulos para que a [[mente]] obtenha ou produza novos [[pensamento]]s ou crenças, ou modifique crenças pré-existentes, de forma a reduzir a quantidade de dissonância (conflito) entre as cognições.
'''A Raposa e as Uvas'''
 
Uma ilustração clássica de dissonância cognitiva é expressa na [[fábula]] "A Raposa e as Uvas" por [[Esopo]] (cerca de 620-564 aCa.C.). Na história, uma raposa vê algumas uvas e quer comê-las. Quando a raposa é incapaz de pensar em uma maneira de alcançá-las, decide que não vale a pena comer, com a justificativa de que as uvas, provavelmente, não estão maduras ou que são azedas (daí a frase comum "uvas verdes"). A moral que acompanha a história é "Qualquer tolo pode desprezar o que ele não pode ter". Este exemplo segue um padrão: um deseja algo, considera inatingível, e reduz a própria dissonância por criticá-lo. Jon Elster chama esse padrão de "formação de preferências adaptativa".<ref> Elster, Jon. Sour Grapes: Studies in the Subversion of Rationality. Cambridge 1983, p. 123ff.</ref>
 
=== No ambiente Organizacional ===
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