Diferenças entre edições de "Arnaldo Schulz"

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'''Arnaldo Schulz''' <small>[[Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito|ComTE]] • [[Ordem Militar de Cristo|GCC]] • [[Ordem Militar de Avis|CvA]] • [[Ordem Militar de Avis|OA]] • [[Ordem Militar de Avis|ComA]] • [[Ordem da Instrução Pública|ComIP]]</small> ([[6 de Abril]] de [[1910]] — [[1993]]) foi um oficial do [[Exército Português]] que, entre outras funções, foi [[Ministro do Interior]] durante o [[Salazarismo|governo de Salazar]] (de [[1958]] a [[1961]]) e Governador da [[Guiné Portuguesa]] (de 1964 a 1968).
 
Quando deixou as funções ministeriais foi nomeado [[coronel]] comandante do [[Regimento de Infantaria n.º 7]] (1962). Em [[1963]] foi promovido a [[brigadeiro]] e transferido para o norte de [[África Ocidental Portuguesa|Angola]] por uns meses, já no contexto da [[Guerra Colonial Portuguesa]], onde exerceu as funções de comandante do sector de [[Ambrizete]] até ser convidado para [[Governador]] da [[Guiné Portuguesa|Guiné]].
 
No ano seguinte foi nomeado [[governador da Guiné-Bissau|Governador da Guiné Portuguesa]] e Comandante-Chefe das [[Estado-Maior General das Forças Armadas|Forças Armadas Portuguesas]] naquele [[Guiné Portuguesa|território]], em substituição do comandante [[Vasco Rodrigues]] e do brigadeiro [[Fernando Louro de Sousa]]<ref name="Guerra Colonial">[http://www.guerracolonial.org/index.php?content=268 Guerra Colonial].</ref>, foi nomeado para os cargos a [[4 de Maio]], confirmado pelo Conselho de Ministros a [[8 de Maio]] e chegado a Bissau a [[20 de Maio]] de [[1964]]<ref>[http://ultramar.terraweb.biz/OpTridente_Guine/Tridente_antes-e-depois.pdf Operação Tridente].</ref>. Esta solução de acumulação do cargo de governador e comandante-chefe foi única nos três teatros de operações da [[Guerra Colonial Portuguesa]] (excepto no período em que o general [[Costa Almeida]] desempenhou as mesmas funções em Moçambique), manter-se-ia até ao final da guerra.
 
Durante o seu mandato, em 1965, deu-se o alastramento da guerra ao Leste da Guiné ([[Pirada]], [[Canquelifá]], [[Beli]]) e o desenvolvimento das acções no «chão» [[manjaco]] ([[Jolmete]] e [[Pelundo]]). Também naquele ano o [[PAIGC]] realizou as suas primeiras acções militares na fronteira norte, na região de [[São Domingos (Guiné-Bissau)|São Domingos]], onde até aí apenas actuava a [[FLING]], que então já lutava com grandes dificuldades por a [[OUA]] ter decidido canalizar o seu apoio para o PAIGC<ref>[http://www.guerracolonial.org/index.php?content name=268 "Guerra Colonial].<"/ref>.
 
Foi promovido a [[general]] em [[1965]]. Em Setembro de 1965 esteve em Lisboa, afirmando então que ''a Guiné jamais deixará de ser portuguesa''<ref>[http://supergordo.kicks-ass.net/gcol.htm Guerra Colonial Portuguesa] {{Wayback|url=http://supergordo.kicks-ass.net/gcol.htm |date=20120103041333 }}.</ref><ref>[http://historiaguine.com.sapo.pt/ História da Guiné] {{Wayback|url=http://historiaguine.com.sapo.pt/ |date=20130329123826 }}.</ref>. Permaneceu naqueles cargos até [[1968]], vindo a ser substituído pelo então brigadeiro [[António de Spínola]]. A 18 de Março de 1968 foi feito Comendador da [[Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito]].<ref name="OHn"/>
 
{{NF|1910|1993}}
 
[[Categoria:Portugueses de ascendência alemã]]
[[Categoria:Generais de Portugal]]
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