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Alterações

sem fontes e contestado
A revolta teve como líderes: general [[Bento Gonçalves da Silva]], general [[Antônio de Sousa Neto|Neto]], coronel [[Onofre Pires]], coronel [[Lucas de Oliveira]], deputado [[Vicente da Fontoura]], general [[Davi Canabarro]], coronel [[Afonso José de Almeida Corte Real|Corte Real]], coronel [[Teixeira Nunes]], coronel [[Domingos José de Almeida|Domingos de Almeida]], coronel [[Domingos Crescêncio de Carvalho]], general [[José Mariano de Mattos]], general [[Gomes Jardim]],<ref name=hartman>[http://www.feevale.br/files/documentos/pdf/20412.pdf HARTMAN, Ivar : '''Aspectos da Guerra dos Farrapos''' .Feevale, Novo Hamburgo, 2002, ISBN 85-86661-24-4, 148 pp. Edição eletrônica]{{Ligação inativa|1={{subst:DATA}} }}</ref> além de receber inspiração ideológica de italianos da [[Carbonária]] refugiados, como o cientista e tenente [[Tito Lívio Zambeccari]] e o jornalista [[Luigi Rossetti]],<ref name=santana>{{Citar web |url=http://www.memorial.rs.gov.br/cadernos/bentogaribaldi.pdf |titulo=SANT'ANA, Elma, "Bento e Garibaldi na Revolução Farroupilha", Caderno de História, nº 18, Memorial do Rio Grande do Sul. Edição Eletrônica. |acessodata=2008-01-08 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20110706160340/http://www.memorial.rs.gov.br/cadernos/bentogaribaldi.pdf |arquivodata=2011-07-06 |urlmorta=yes }}</ref> além do capitão [[Giuseppe Garibaldi]], que embora não pertencesse a [[carbonária]], esteve envolvido em movimentos republicanos na [[Itália]].<ref name="DUMAS">[[Alexandre Dumas, pai|DUMAS, Alexandre]], Memórias de Garibaldi, Editora L&PM, Porto Alegre, 2000, 354 pp., ISBN 85-254-1071-3</ref> [[Bento Manuel Ribeiro]] lutou em ambos os lados ao longo da guerra, mas quando acabou a revolução ele estava ao lado do imperador.
 
A questão da [[abolicionismo|abolição da escravatura]] também esteve envolvida, organizando-se exércitos contando com homens negros que aspiravam à liberdade.<ref name="lopes">LOPES, Nei. Dicionário escolar afro-brasileiro. Publ. Selo Negro, 2006, ISBN 858747829X, ISBN 9788587478290, 174 pp.</ref><ref>MOURA, Clóvis. Dicionário da escravidão negra no Brasil. Editora EdUSP, 2004, 434 p. ISBN 8531408121, ISBN 9788531408120.</ref> Mesmo o ideal supremo dos revolucionários fosse a independência de uma república, os líderes da revolução, eram defensores da escravidão.<ref name="Juremir: “muitos comemoram Revolução sem conhecer a história”">{{citar web |url=http://www.sul21.com.br/jornal/juremir-muitos-comemoram-revolucao-e-nao-conhecem-sua-historia/ |titulo=Juremir: “muitos comemoram Revolução sem conhecer a história”|acessodata=20 de Junho de 2016}}.</ref> Tanto que nunca houve promessas aos cativos utilizados na guerra como se fossem militares, de que seriam libertos do cativeiro.
 
== Antecedentes e causas ==
A justificativa original para a revolta baseia-se no conflito político entre os liberais, que propugnavam o modelo de estado com maior autonomia às províncias,<ref name="ferrador">BOTELHO, Stella Fontoura. Amaral Ferrador: um campeador valente e destemido, Editora AGE Ltda, 2005, 112 pp, ISBN 8574972827, ISBN 9788574972824.</ref> e o modelo imposto pela [[constituição de 1824]], de caráter unitário.<ref name=pesavent>{{citar web|autor=PESAVENTO, Sandra Jatahy|titulo=A Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul: a trajetória do parlamento gaúcho|local=Porto Alegre|publicado=[[Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul]]|ano=1992|url=http://www2.al.rs.gov.br/biblioteca/LinkClick.aspx?fileticket=SsgfYCYmpcs%3d&tabid=3101|acessodata=26 de fevereiro de 2013}}</ref>
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