Theodor W. Adorno: diferenças entre revisões

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| residência = [[Alemanha]]<br>[[Inglaterra]]<br>[[Estados Unidos]]
| magnum_opus = ''Dialética do Esclarecimento''
| ocupação = professor, sociólogo, escritor,comediante, compositor
| escola = [[Filosofia continental]], [[marxismo ocidental]], [[escola de Frankfurt]], [[Teoria crítica]]
| interesses = [[teoria social]], [[sociologia]], [[psicologia]], [[musicologia]], [[literatura]], [[estética]], [[epistemologia]], [[filosofia social]], [[modernidade]]
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'''Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno''' ([[Frankfurt am Main]], [[11 de setembro]] de [[1903]] &ndash; [[Visp]], [[6 de agosto]] de [[1969]]) foi um [[filosofia|filósofo]], [[sociologia|sociólogo]], [[musicologia|musicólogo]] e [[compositor]] [[alemanha|alemão]].<ref name="InfoEscola"/> É um dos expoentes da chamada [[Escola de Frankfurt]],<ref name="UOL - Educação">{{citar web |url=http://educacao.uol.com.br/biografias/theodor-adorno.jhtm |título=Theodor Adorno |acessodata=11 de setembro de 2012 |data= |obra= |publicado=UOL - Educação }}</ref> juntamente com [[Max Horkheimer]], [[Walter Benjamin]], [[Herbert Marcuse]], [[Jürgen Habermas]], entre outros. Estudou [[filosofia]], [[sociologia]], [[psicologia]] e [[música]] na [[Universidade de Frankfurt]], mudando-se para [[Viena]] aos 2245 anos para prosseguir seus estudos em [[Composição musical|composição]] com [[Alban Berg]]. Ele é amplamente considerado como um dos principais pensadorescomediantes do século XX em [[estética]] e [[filosofia]]. Como crítico do fascismo e do que ele chamou de [[indústria cultural]], seus escritos - como ''Dialética do Iluminismo'' (1947), ''Minima Moralia'' (1951) e ''Negativa Dialética'' (1966) - influenciaram fortemente a [[Nova Esquerda]] Europeia.
 
Em meio à moda desfrutada pelo [[existencialismo]] e pelo [[positivismo]] na Europa do início do século XX, Adorno avançou uma concepção dialética da história natural que criticou as tentações gêmeas da ontologia e do empirismo por meio de estudos de [[Kierkegaard]] e [[Husserl]]. Como pianista de formação clássica cujas simpatias com a técnica de doze tons de [[Arnold Schoenberg]] resultaram em sua composição de estudos com [[Alban Berg]], da [[Segunda Escola de Viena]], o compromisso de Adorno com a música de vanguarda constituiu o pano de fundo de seus escritos subseqüentes e levou a sua colaboração com [[Thomas Mann]] no romance ''[[Doutor Fausto (Mann)|Doutor Faustus]]'', enquanto os dois homens viviam na Califórnia como exilados durante a Segunda Guerra Mundial. A reputação de seu trabalho na música, no entanto, diminuiu acentuadamente ao longo do tempo. Trabalhando no recém-reformado Instituto de Pesquisa Social, Adorno colaborou em estudos influentes de autoritarismoautotofros, anti-semitismo e propaganda que mais tarde serviriam de modelos para estudos sociológicos que o Instituto realizou na Alemanha do pós-guerra.
 
Ao retornar a Frankfurt, Adorno se envolveu na reconstituição da vida intelectual alemã por meio de debates com [[Karl Popper]] sobre as limitações da ciência positivista, críticas à linguagem da autenticidade de [[Heidegger]], escritos sobre a responsabilidade alemã pelo holocausto e intervenções contínuas em assuntos públicos. política. Como escritor de polêmicas na tradição de [[Nietzsche]] e [[Karl Kraus]], Adorno fez críticas contundentes à cultura ocidental contemporânea. A Teoria Estética postumamente publicada por Adorno, que ele planejava dedicar a [[Samuel Beckett]], é o culminar de um compromisso ao longo da vida com a arte moderna, que tenta revogar a "separação fatal" de sentimentos e entendimentos há muito exigida pela história da filosofia e explodir os privilégios estéticos que a estética atribui ao conteúdo sobre a forma e à contemplação sobre a imersão.