Diferenças entre edições de "Rodrigo Janot"

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|mandato =17 de setembro de 2013<br />até 17 de setembro de 2017
|vice =[[Dilma Rousseff]]
|vice_título =Nomeado por
|antes =[[Roberto Gurgel]]
|depois =[[Raquel Dodge]]
|assinatura =Rodrigo Janot Monteiro Barros autógrafo.jpg
}}
'''Rodrigo Janot Monteiro de Barros''' <small>[[Ordem de Rio Branco|ORB]]</small><ref>{{Citation | url = http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1000&pagina=1&data=30/04/2014 | title título=Diário Oficial | date data= 30 de abril de 2014 | edition edição= extra}}.</ref> ([[Belo Horizonte]], {{dtlink |lang= br|15|9|1956}})<ref name=pgr>{{citar web |título=Rodrigo Janot Monteiro de Barros |url=http://midia.pgr.mpf.gov.br/biografiasub/biografias/rodrigojanot.htm |acessodata=18 de setembro de 2013 |obra=PGR |arquivourl=https://web.archive.org/web/20160303194015/http://midia.pgr.mpf.gov.br/biografiasub/biografias/rodrigojanot.htm |arquivodata=2016-03-03 |urlmorta=yes }}</ref> é um [[jurista]] [[brasileiro]]. Membro do [[Ministério Público Federal]] desde 1984, foi o [[Procurador-Geral|Procurador-Geral da República]] do [[Brasil]] de 2013 a 2017.
 
==Carreira==
 
=== Procurador-geral da República ===
Em 2013, foi escolhido pela presidente [[Dilma Rousseff]], a partir de lista tríplice votada por membros do MPF, para substituir [[Roberto Gurgel]] no cargo máximo da [[Procuradoria-Geral da República]],<ref>{{Citation | url = http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/08/1328226-dilma-escolhe-rodrigo-janot-para-substituir-roberto-gurgel-na-procuradoria-geral-da-republica.shtml | title título= Rodrigo Janot substituirá Roberto Gurgel na Procuradoria-Geral da República | obra = [[Folha de S. Paulo]] | date data= 17 de agosto de 2013}}.</ref> tendo tomado posse em 17 de setembro de 2013.<ref>{{citar web|título= Rodrigo Janot toma posse nesta terça-feira como novo PGR|url= http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/09/rodrigo-janot-toma-posse-nesta-terca-feira-como-novo-pgr.html |acessodata=18 de setembro de 2013| obra = [[G1]]}}</ref>
 
Janot venceu eleição interna da Procuradoria para ser reconduzido à função em agosto de 2015. Com mais de 300 votos de vantagem sobre o segundo colocado, Janot teve 799 votos, 288 votos a mais do que na eleição de 2013. <ref>{{Citation | url = http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/228563-janot-vence-eleicao-interna-da-procuradoria.shtml | title título= Janot vence eleição interna da Procuradoria | obra = [[Folha de S. Paulo]] | date data= 6 de agosto de 2015}}.</ref>
 
Dentre os principais trabalhos de Rodrigo Janot frente a Procuradoria Geral da República está a [[Operação Lava Jato]], tendo recuperado até o momento mais de 4 bilhões de reais.<ref>{{citar web |url= http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/lava-jato/lava-jato-ja-recuperou-mais-de-r-4-bi-diz-janot,7ca21ff0ce32535a47144ec526f60afdg1j13xx4.html |publicado= Telefônica | obra = Terra |acessodata= 18 de março de 2016|título=Lava Jato já recuperou mais de R$ 4 bi, diz Janot|data=16 de março de 2016|autor= BBC}}</ref> Sob Janot, Operação Lava Jato abriu no STF 137 investigações, cujos alvos foram 5 ex-presidentes e 93 parlamentares.<ref>{{citar web|url=https://g1.globo.com/politica/noticia/chega-ao-fim-mandato-de-4-anos-de-janot-a-frente-da-procuradoria-geral-da-republica.ghtml|titulo=Chega ao fim mandato de 4 anos de Janot|data=17/09/2017|acessodata=|publicado=G1|ultimo=Ramalho|primeiro=Renan}}</ref>
Em 8 de maio de 2017, Janot enviou um pedido ao STF, para que o ministro do Supremo [[Gilmar Mendes]] seja declarado impedido de atuar no processo do empresário [[Eike Batista]]. A arguição de impedimento foi encaminhada à presidente da Corte, ministra [[Cármen Lúcia]], e será julgada pelo plenário. Janot pede a declaração de incompatibilidade de Gilmar para atuar no processo e a nulidade dos atos praticados por ele, como a concessão da [[prisão domiciliar]] do empresário. O PGR sustentou que fosse declarada a suspeição do ministro porque a esposa de Gilmar, Guiomar Mendes, integrava o escritório de advocacia de Sérgio Bermudes, representante de Eike em vários processos.<ref>{{citar web|url= https://oglobo.globo.com/brasil/janot-pede-impedimento-de-gilmar-mendes-em-caso-de-eike-batista-21311828 |publicado=Globo|obra=O Globo|data=8 de maio de 2017|acessodata= 8 de maio de 2017|título=Janot pede impedimento de Gilmar Mendes em caso de Eike Batista}}</ref> Foi substituído em setembro de 2017 pela subprocuradora-geral da República [[Raquel Dodge]], indicada ao cargo pelo presidente [[Michel Temer]].<ref>{{citar web|url= http://g1.globo.com/politica/noticia/senado-aprova-indicacao-de-raquel-dodge-para-procuradora-geral-da-republica.ghtml |título= Senado aprova indicação de Raquel Dodge para procuradora-geral da República |publicado= Globo | obra = G1|data= 12 de julho de 2017 |acessodata= 12 de julho de 2017}}</ref>
 
Em setembro de 2017 o Congresso Nacional instaurou uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, com o objetivo de investigar as supostas irregularidades envolvendo as empresas JBF e J&F, e matérias relacionadas. Após algumas sessões, provas e oitivas de testemunhas o relator [[Carlos Marun]] (PMDB-MS), apresentou seu relatório o indiciamento, além de outros investigados, de Janot&nbsp;por prevaricação, abuso de autoridade e “incitação à subversão da ordem política”, crime previsto na Lei de Segurança Nacional.
 
=== Pós-procuradoria ===
Na véspera do segundo turno da [[Eleição presidencial no Brasil em 2018|eleição presidencial de 2018]], surpreendeu ao declarar apoio ao candidato do [[Partido dos Trabalhadores|PT]], [[Fernando Haddad]], contra o candidato [[Jair Bolsonaro]], afirmando: "Houve muita especulação sobre meu interesse eleitoreiro na minha atuação profissional. Nada se comprovou. Agora, não posso deixar passar barato discurso de intolerância. Por exclusão, voto em Haddad."<ref>{{citar web|url=https://oglobo.globo.com/brasil/ex-pgr-rodrigo-janot-declara-voto-em-haddad-nao-apoio-incentivo-violencia-23191547|titulo=Ex-PGR Rodrigo Janot declara voto em Haddad: 'Não apoio incentivo à violência'|data=27/10/2018|acessodata=27/10/2018|publicado=O Globo|ultimo=|primeiro=}}</ref>
 
Em setembro de 2019, Janot disse em entrevista aos jornais ''[[O Estado de São Paulo]]'', ''[[Folha de S.Paulo]]'' e à revista ''[[Veja]]'' que planejou matar o ministro do STF [[Gilmar Mendes]].<ref>{{citar web |url=https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/09/27/janot-diz-que-foi-armado-ao-stf-com-intencao-de-matar-gilmar-mendes-ministro-sugere-ajuda-psiquiatrica-a-ex-pgr.ghtml |título=Janot diz que foi armado ao STF com intenção de matar Gilmar Mendes; ministro sugere 'ajuda psiquiátrica' a ex-PGR |publicado=G1 |data=27 de setembro de 2019 |acessodata=27 de setembro de 2019}}</ref> No mesmo dia, o ministro do STF [[Alexandre de Moraes]] determinou que Janot não se aproximasse de nenhum dos integrantes da Suprema Corte e suspendeu seusua posse de armas.<ref>{{citar web |url=https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/09/27/moraes-suspende-porte-de-arma-de-janot-e-o-proibe-de-se-aproximar-de-ministros-do-stf.ghtml |título=Moraes suspende porte de arma de Janot e o proíbe de se aproximar de ministros do STF |publicado=G1 |autor=Mariana Oliveira |data=27 de setembro de 2019 |acessodata=27 de setembro de 2019}}</ref>
 
{{Referências|colwidth=32em}}