Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande: diferenças entre revisões

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O trecho entre [[Ponta Grossa]]/PR e [[Jaguariaíva]]/PR permanece com trilhos mas sem tráfego há muitos anos. Dois ramais que partem desse trecho (Barra Bonita e Paranapanema) também estão abandonados. A fábrica da Klabin em Telêmaco Borba/PR, que poderia gerar tráfego para este trecho, financiou a construção de um novo ramal do outro lado do rio, conectando-se à mais moderna ferrovia Apucarana-Uvaranas.
 
A [[Ferrovia do Contestado]], trecho entre [[Porto União]]/SC e [[Marcelino Ramos]]/RS cujo trajeto lembra o da [[BR-153]], permanece com trilhos mas sem tráfego desde os anos 2000. A linha estava sofrível mas trafegável até o início da década de 2010. A partir daí foi abandonada e a grande enchente de 2014 danificou alguns trechos, o que levou a seu abandono completo. A maioria dos trechos nem é praticável a pé devido ao mato. Apenas o trecho entre [[Piratuba]]/SC e [[Marcelino Ramos]]/RS é mantido pela [[Associação Brasileira de Preservação Ferroviária]] (ABPF-SC) para que a maria-fumaça turística possa circular semanalmente.<ref>[http://www.abpf.com.br/piratuba/ Associação Brasileira de Preservação Ferroviária - Piratuba]</ref> A "[[Linha dedo São Francisco]]", também construída pela Brazil Railway entre [[Porto União]] e [[São Francisco do Sul]]/SC está no mesmo estado: com trilhos, mas impraticável. Idem para o prolongamento da linha para o Rio Grande do Sul, inclusive pela atuação de posseiros em [[Erechim]]/RS que construíram sobre a linha, deixando todo o trecho catarinense isolado pelos dois lados.
 
O único trecho em serviço ativo regular é aquele entre [[Irati]]/PR e [[Ponta Grossa]]/PR, por conta do Ramal de Guarapuava que liga a estação de Engenheiro Gutierrez em Irati a [[Guarapuava]]/PR e finalmente a [[Cascavel]]/PR através da [[Ferroeste]]. Tanto o trecho em uso da Itararé-Uruguai quanto o Ramal de Guarapuava são linhas antigas, cheias de curvas e em terreno acidentado, de modo que pelo menos no planejamento estratégico do [[DNIT]], de lideranças estaduais e da concessionária ALL/[[Rumo Logística]], sempre há a intenção de construir uma linha completamente nova entre Mato Grosso do Sul, oeste do Paraná e Ponta Grossa/PR ou mesmo até Paranaguá/PR.<ref>[http://www.estacoesferroviarias.com.br/pr-tronco/parana.html Site Estações Ferroviárias, índice da linha-tronco Itararé-Uruguai]</ref>
 
Também existe algum interesse recente em reativar trechos da "Ferrovia do Contestado", talvez entroncando-a com um ramal leste-oeste na altura da BR-470, tanto para diminuir o frete de insumos para a agroindústria (milho, soja) quanto para exportação dos produtos. Tais projetos são discutidos no contexto da "Ferrovia do Frango", que poderia vir inclusive a ressuscitar a E.F.S.C. ([[Estrada de Ferro Santa Catarina]]) que chegava ao porto de Itajaí/SC.
 
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