Diferenças entre edições de "Guerra de trincheiras"

1 byte adicionado ,  14h32min de 3 de outubro de 2019
Correções gramaticais: utilização correta da vírgula e coerência em número entre determinante e nome.
(Correções gramaticais: utilização correta da vírgula e coerência em número entre determinante e nome.)
No início do [[século XX]] a maioria dos chefes militares dava uma grande importância à utilização da [[infantaria]] em ataques com baioneta apoiados pela [[cavalaria]] e por [[Peça de artilharia|peças móveis de artilharia]]. Os oficiais [[França|franceses]] eram grandes adeptos desta táctica e, na [[Primeira Guerra Mundial]], enviaram [[soldado]]s para o [[campo de batalha]] sem equipamento adaptado às trincheiras. Diziam que as precauções defensivas eram desnecessárias se fizessem ataques maciços e suficientemente rápidos.
 
Estas tácticas foram postas em causa depois dos exércitos terem sofrido pesadas baixas em ataques contra trincheiras defendidas por metralhadoras. Apesar dos [[bombardeamento]]s que se faziam antes dos soldados avançarem, e do [[Armas químicas na Primeira Guerra Mundial|uso de gás]] e de [[lança-chamas]], a infantaria fracassou na [[Frente Ocidental (Primeira Guerra Mundial)|Frente Ocidental]] nas batalhas que se travaram em 1915.
 
Só em [[Amiens]], em [[1918]], quando o coronel [[John Fuller]] conseguiu convencer o general [[Henry Rawlinson]] a usar 412 [[tanque de guerra|tanques de guerra]] seguidos por soldados e [[Apoio aéreo aproximado|apoiados]] por 1000 [[Caça (aeronave)|aviões de combate]], é que os [[Aliados da Primeira Guerra Mundial|aliados]] conseguiram quebrar as defesas dosdo [[Exército_Alemão#Primeira_Guerra_Mundial_(1914-1918)|exército imperial alemão]] na Frente Ocidental.
 
==Ver também==
Utilizador anónimo