Diferenças entre edições de "Queermuseu"

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'''''Queermuseu — Cartografias da diferença na arte brasileira''''' foi uma [[exposição]] artística [[brasil]]eira apresentada no [[Santander Cultural]], na cidade de [[Porto Alegre]]. A exposição gerou polêmica devido a inúmeras acusações de apologia à [[pedofilia]], à [[zoofilia]] e ao [[Blasfémia|vilipêndio religioso]].<ref>{{Citar periódico|ultimo=Martín|primeiro=María|data=2017-10-04|titulo=Crivella veta no Rio a exposição Queermuseu, censurada em Porto Alegre|jornal=EL PAÍS|url=https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/04/cultura/1507068353_975386.html}}</ref> Propagadas em redes sociais principalmente pelo [[Movimento Brasil Livre]], essas acusações eram parte de um [[pânico moral]] sobre a educação infantil.<ref>{{Citar periódico|ultimo=Balieiro|primeiro=Fernando de Figueiredo|ultimo2=Balieiro|primeiro2=Fernando de Figueiredo|data=2018|titulo=“Não se meta com meus filhos”: a construção do pânico moral da criança sob ameaça|url=http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-83332018000200406&lng=en&nrm=iso&tlng=pt|jornal=Cadernos Pagu|numero=53|doi=10.1590/18094449201800530006|issn=0104-8333|acessodata=}}</ref> Por causa de toda polêmica envolvida nessa exposição, qualquer exposição que trabalhasse com temas relacionadas à família, sexualidade, religião etc poderia sofrer a mesma ação de grupos conservadores. O temor levou expositores a colocarem classificação indicativa nas exposições, mesmo a legislação não contemplando isso, como foi o caso da exposição sobre [[Farnese de Andrade]] que ocorreu em Curitiba no mesmo contexto da ''Queermuseu''<ref>{{Citar periódico|ultimo=Di Carlo|primeiro=Josnei|data=2018|titulo=Política da existência|url=https://www.academia.edu/38144747/Pol%C3%ADtica_da_exist%C3%AAncia|jornal=PROA|lingua=pt|acessodata=}}</ref>'''''.'''''
 
O [[Banco Santander (Brasil)|Santander]] reagiu às críticas e pressões dos segmentos religiosos e conservadores e cancelou a exposição. Isso gerou ainda mais críticas, desta vez em prol da [[liberdade de expressão]] e do fazer artístico. Contudo, os conservadores alegaram não se tratar de uma questão de liberdade de expressão já que há uma diferença substancial entre a promoção de abuso infantil, pedofilia, vilipêndio religioso, pornografia, ofensas e a arte propriamente dita.
 
Depois de uma campanha de [[financiamento coletivo]], em 2018 a exposição foi reinaugurada no [[Parque Lage]], no [[Rio de Janeiro]]. O [[Curador (artes)|curador]] da ''Queermuseu'', [[Gaudêncio Fidelis]], relatou que a reinauguração foi visitada por mais de dez mil pessoas. Ele ressaltou que recebeu inúmeras ameaças de morte por causa da exposição.<ref>{{Citar periódico|ultimo=Simões|primeiro=Mariana|data=2018-08-28|titulo=“Eu recebi mais de cem ameaças de morte”, diz curador da exposição Queermuseu|url=https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/cultura/1535483191_606318.html|jornal=[[Agência Pública]]|acessodata=|via=[[El País]]}}</ref> Entretanto, nenhuma investigação foi levada a cabo o que nos leva a crer que as ameaças se tratavam apenas de mentiras para servir à prática de vitimização.
 
== Contexto ==
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