Diferenças entre edições de "Instituto da Nobreza Portuguesa"

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→‎Instituto da Nobreza Portuguesa: fonte n refere nada disso, e o resto é pesquisa inédita
(→‎Instituto da Nobreza Portuguesa: fonte n refere nada disso, e o resto é pesquisa inédita)
|citação=
}}</ref> Em 2011 estavam já registados pelo Instituto cerca de 900 títulos nobiliárquicos, pertencentes a cerca de 700 pessoas.<ref>Revista Sábado, N.º 348, 29 de Dezembro de 2010 a 5 de Janeiro de 2011, ''Monarquia. Antepassados Nobres. As Ligações Mais Surpreendentes.''</ref>
 
Os títulos nobiliárquicos têm sido reconhecidos pela justiça portuguesa, nomeadamente como parte dos direitos da personalidade dos seus detentores, sendo-lhes concedida protecção jurídica contra o seu uso abusivo.<ref>{{Citar periódico|ultimo=Sequeira|primeiro=Vanessa de Brito|ultimo2=Santos|primeiro2=Alfredo Andrade|data=2018|titulo=Comentário ao Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça n.º 533/16.7PBSTR.E1.S1 de 19/04/2018|url=http://dx.doi.org/10.26619/2184-1845.xix.2.8|jornal=A Galileu, Revista de Economia e Direito|numero=XIX,nº2|paginas=160–164|doi=10.26619/2184-1845.xix.2.8|issn=0873-495X}}</ref> Nestas situações, o Instituto da Nobreza Portuguesa têm actuado na sua capaciadde de perito.
 
== Ver também ==
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