Diferenças entre edições de "Amadis de Gaula"

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[[Ficheiro:Amadis de Gaula 1533.jpg|thumb|250px|Amadis de Gaula, edição de 1533.]]
'''Amadis de Gaula''' é uma obra marcante do ciclo de [[novelas de cavalaria]] da [[Península Ibérica]] do [[século XVI]]. Apesar de se saber que a obra existe desde, pelo menos, o [[século XIV]], a versão definitiva mais antiga, actualmente conhecida, é a de [[GarciaGarci Rodríguez de Montalvo]], impressa em [[língua castelhana]] em 1496, provavelmente (a edição mais antiga conservada é de [[1508]]), e denominada ''Los quatro libros de Amadís de Gaula''. Tudo indica, contudo, que a versão original era [[língua portuguesa|portuguesa]] e muito anterior. O próprio Montalvo reconhece ter emendado os três primeiros livros e ser apenas autor do quarto.
 
A versão original de ''Amadis de Gaula'' tem sido atribuída a vários autores portugueses. A crônica de [[Gomes Eanes de Azurara]], escrita em [[1454]] menciona como seu autor um tal de [[:en:Vasco de Lobeira|Vasco de Lobeira]], que tinha sido armado cavaleiro na [[batalha de Aljubarrota]]. No entanto, outras fontes indicam que o autor teria sido [[João de Lobeira]].
 
Seja como for, a única versão completa é a de Montalvo, que constituiu um enorme êxito em toda a [[Europa]], sendo traduzida para as principais línguas da Europa ocidental, além dos originais [[língua espanhola|castelhano]] e [[língua portuguesa|português]]. Vários autores, de vários países, escreveram sequelas de Amadis, inclusive o próprio Montalvo, com o quinto livro do ciclo, ''Las sergas de Esplandián''. Em [[Portugal]] foram escritos vários romances do tipo de Amadis, sendo o mais famoso ''[[Palmeirim de Inglaterra]]'' de [[Francisco de Morais]].