Diferenças entre edições de "Esther M. Flesch"

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== TRF encerra ação em caso JBS ==
 
Em 17 de setembro de 2019 o Tribunal Regional Federal da 1ª Região trancou ação penal movida pelo Ministério Público Federal contra a advogada Esther Flesch <ref>{{citar jornal|url=https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/09/trf-tranca-acao-contra-ex-procurador-pivo-de-polemica-envolvendo-delacao-da-jbs.shtml|titulo=TRF tranca ação contra ex-procurador pivô de polêmica envolvendo delação da JBS|ultimo=Folha de S.Paulo|data=17/09/2019|acessodata=17/09/2019}}</ref>. O tribunal concedeu habeas corpus para paralisar a ação por ausência de justa causa e entendeu que a conduta investigada não configurou crime <ref>{{citar jornal|url=https://veja.abril.com.br/blog/radar/trf-tranca-acao-contra-marcello-miller-e-esther-flesch|titulo=TRF tranca ação contra Marcello Miller e Esther Flesch no caso J&F|ultimo=VEJA|data=17/09/2019|acessodata=17/09/2019}}</ref>.
 
O processo havia sido iniciado em 2018 quando Esther Flesch havia foi indiciada em inquérito que investigava a elaboração dos acordos de delação premiada de executivos da JBS <ref>{{citar jornal|url=https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/06/pf-indicia-ex-procurador-joesley-e-mais-tres-por-corrupcao-no-caso-jbs.shtml|titulo=PF indicia ex-procurador, Joesley e mais três por corrupção no caso JBS|ultimo=Folha de S.Paulo|data=18/06/2018|acessodata=14/11/2018}}</ref>. Em 2017 a advogada havia processado o escritório Trench Rossi Watanabe depois de ser demitida daem firmavirtude após odo episódio emde quecontratação foido reveladoentão queProcurador oda ex-procuradorRepública Marcello Miller tinhapelo sido contratado peloescritório Trench para participar do acordo de leniência da empresa.<ref name="www1.folha.uol.com.br">{{citar jornal|url=https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2017/12/1940605-ex-advogada-do-trench-rossi-watanabe-processa-o-escritorio.shtml|titulo=Ex-advogada do Trench Rossi Watanabe processa o escritório|ultimo=Folha de S.Paulo|data=05/12/2017|acessodata=27/07/2018}}</ref> Entre as razões declaradas pelo processo está o acesso a documentos do caso guardados pelo escritório de advocacia.<ref>{{citar jornal|url=https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/12/06/advogada-diz-que-foi-bode-expiatorio-de-ida-de-miller-para-escritorio-que-fez-acordo-da-jbs.htm|titulo=Ex-sócia se diz "bode expiatório" e quer ver contrato de Miller com escritório que fez acordo da JBS|ultimo=UOL|data=06/12/2017|acessodata=28/07/2018}}</ref>
 
Em abril de 2018 o pedido de Esther Flesch foi concedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).<ref>{{citar jornal|url=https://cultura.estadao.com.br/blogs/direto-da-fonte/tjsp-confirma-decisao-favoravel-a-advogada-esther-flesch/|titulo=TJSP confirma decisão favorável à advogada Esther Flesch|ultimo=Estado de São Paulo|data=11/04/2018|acessodata=03/08/2018}}</ref> Reportagem da Folha de S. Paulo destaca que, antes de ser demitida, a advogada “chegou a ser entrevistada nos EUA por quatro representantes da Baker, em uma sala fechada, por dez horas”. No caso, Esther Flesch afirma que a decisão de contratar o ex-procuradorProcurador federal foi colegiada.<ref name="www1.folha.uol.com.br"/>
 
Em dezembro de 2018 a revista VEJA divulgou que a defesa da advogada Esther Flesch teria provas, uma delas um e-mail, que revelaria que a cúpula do escritório Trench Rossi Watanabe tinha conhecimento do acordo realizado com a JBS, inclusive de uma fatura de R$ 700 mil enviada à companhia pelo escritório.<ref>{{citar jornal|url=https://veja.abril.com.br/blog/radar/e-mail-contraria-tese-de-janot-contra-marcello-miller/|titulo= E-mail contraria tese de Janot contra Marcello Miller. Não era propina|ultimo=Revista VEJA|data=16/12/2018|acessodata=17/12/2018}}</ref>
 
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