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NOME DA CATARINA
As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos [[Espanha|espanhóis]]. Há relatos que os [[astecas]], [[maias]], [[purépechas]], [[náuatles]] e [[totonacas]] praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.
 
O festival que se tornou o Dia dos Mortos era comemorado no nono mês do calendário solar asteca, por volta do início de agosto, e era celebrado por um mês completo. As festividades eram presididas pela deusa [[Mictecacíhuatl]], conhecida como a "Dama da Morte" (do espanhol: ''Dama de la Muerte'') - atualmente relacionada à La CatarinaaaCatarina, personagem de [[José Guadalupe Posada]] - e esposa de [[Mictlantecuhtli]], senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos.
 
É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar. Segundo a crença popular, nos dias 1 e 2, chamados de ''Días de Muertos'', os mortos têm permissão divina para visitar parentes e amigos. Por isso, as pessoas enfeitam suas casas com flores, velas e incensos, e preparam as comidas preferidas dos que já partiram. As pessoas fazem máscaras de caveira, vestem roupas com esqueletos pintados ou se fantasiam de morte.
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