Diferenças entre edições de "Henri Dunant"

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== Família e infância ==
Jean-HenriHenry Dunant nasceu em 8 de maio de 1828 em [[Genebra]]. Foi o primeiro filho de Antoinette Dunant-Colladon e seu marido, o comerciante Jean-Jacques Dunant; ambos [[Calvinismo|calvinistas]] devotos. A casa da família ficava localizada na rua Verdaine, 12, em Genebra. Os pais de Henri possuíam grande influência na cidade e estavam engajados na vida política e social. Seu pai era membro do ''Conseil Représentatif'', um dos ex-ramos legislativos da cidade de Genebra, e cuidava de órfãos e ex-reclusos. Já sua mãe era filha de HenriHenry Colladon, chefe do Hospital de Genebra e prefeito de [[Avully]]. Ela trabalhava no setor de caridade, especialmente com pobres e doentes. Um dos tios maternos de Henri foi o físico [[Jean-Daniel Colladon]]. As atividades de caridade dos pais foram refletidas na educação dos seus filhos: eles incentivaram a responsabilidade social desde cedo em Henry Dunant, e em suas duas irmãs e dois irmãos. Uma experiência marcante para Henry Dunant foi uma viagem com seu pai para [[Toulon]], onde ele teve que testemunhar a tortura de prisioneiros numa cozinha.<ref name=":0" /><ref name=":1">{{Citar web|url=http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/25151/hoje+na+historia+1910+_+morre+o+humanista+suico+jean_henri+dunant+fundador+da+cruz+vermelha.shtml|titulo=Hoje na História: 1910 - Morre o humanista suíço Jean-Henri Dunant, fundador da Cruz Vermelha|acessodata=2017-12-18|obra=Opera Mundi|lingua=pt-BR}}</ref>
 
==O princípio ==
Inicialmente um homem de negócios,<ref name=":0" /> foi representante de uma companhia de Genebra. Enfrentando alguns problemas no que diz respeito à exploração das terras e numa tentativa de solução desses mesmos problemas, decidiu dirigir-se pessoalmente ao imperador francês [[Napoleão III]], que na época se encontrava em [[Itália]] a comandar o [[exército francês]] que juntamente com os italianos tentava expulsar os austríacos do território italiano.
 
Entre outros prémios, Dunant recebeu de [[Portugal]] a [[Ordem de Cristo]], em [[1897]].
 
[[ImagemFicheiro:Grab Henry Dunant01.jpg|200px|miniatura|esquerda|Sepultura no [[Friedhof Sihlfeld]], Zurique]]
 
==HenriHenry Dunant e Gustave Moynier==
Embora compartilhem uma causa em comum, a história opôs muitas vezes Dunant e Moynier. Aliados no princípio, os dois homens foram rapidamente confrontados sobre a orientação geral a dar à sua ação humanitária e, posteriormente, rivalizaram para obter diferentes marcas de reconhecimento. Motivado pelo seu pragmatismo e com vontade de dar estruturas sólidas à instituição, Moynier participa à anulação do idealista Dunant, após dificuldades financeiras que encontra, e impede que ele pudesse voltar para a direção dos negócios, a ponto de comprometer a sua própria subsistência.<BR>Esse conflito vai durar a vida inteira e não encontrar qualquer forma de reconciliação. Na verdade, ele manteve uma imagem bastante negativa de Moynier, que passa por um perseguidor de Dunant, erguido em figura de mártir, mas não impede o importante papel de presidente por mais de 40 anos do CICV que foi Moynier. Curiosamente ambos morrem no mesmo ano, [[1910]].
 
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