Diferenças entre edições de "Caso Evandro"

160 bytes removidos ,  14h54min de 27 de outubro de 2019
 
== Controvérsias ==
=== TorturasSupostas e condenaçõestorturas ===
Foi alegado que pessoas foram torturadas para confessar um crime que não cometeram.<ref name="IstoÉ/26/01/2016">{{citar web |url= https://istoe.com.br/133790_AS+BRUXAS+DE+GUARATUBA/ |título= As bruxas de Guaratuba - ISTOÉ Independente |acessodata= 2019-10-5 |autor= |data= 2016-01-26 |obra= IstoÉ |publicado= |arquivodata= |arquivourl= |urlmorta=no}}</ref> Um dos responsáveis apontado pela possível tortura foi o coronel da reserva Valdir Copetti Neves que disse à [[IstoÉ]]: {{Quote2|"''Por que perguntar de tortura e circunstâncias de prisão somente para mim? Por que não se pergunta também ao [[Ministério Público]] e à [[Polícia Federal]] que estavam na investigação?''"}} Segundo o advogado Adel El Tasse, a condenação Beatriz e Celina era para jogar uma "cortina de fumaça nas atrocidades cometidas".<ref name="IstoÉ/26/01/2016"/>
{{Quote|"''Houve tortura. Pessoas das quais os policiais militares suspeitavam foram sequestradas, levadas sem mandado de prisão e torturadas (…) Beatriz e Celina foram seviciadas até dizerem que mataram Evandro. Outro acusado, o pai de santo Osvaldo Marcineiro, não tinha mais costas de tanto levar porrada. As costas dele ficaram negras. Era um hematoma só. Eu vi.''"|Delegado e diretor do Departamento de Crimes contra o Patrimônio, Luiz Carlos Oliveira, da polícia no Paraná.''"<ref name="IstoÉ/26/01/2016"/>}}
 
Um dos responsáveis pela tortura foi o coronel da reserva Valdir Copetti Neves que disse à [[IstoÉ]]: {{Quote2|"''Por que perguntar de tortura e circunstâncias de prisão somente para mim? Por que não se pergunta também ao [[Ministério Público]] e à [[Polícia Federal]] que estavam na investigação?''"}} Segundo o advogado Adel El Tasse, a condenação Beatriz e Celina era para jogar uma "cortina de fumaça nas atrocidades cometidas".<ref name="IstoÉ/26/01/2016"/>
 
 
=== Exumação do corpo de Evandro ===