Diferenças entre edições de "Caso Evandro"

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== Controvérsias ==
=== Supostas torturas ===
Foi alegado que pessoas foram torturadas para confessar um crime que não cometeram.<ref name="IstoÉ/26/01/2016">{{citar web |url= https://istoe.com.br/133790_AS+BRUXAS+DE+GUARATUBA/ |título= As bruxas de Guaratuba - ISTOÉ Independente |acessodata= 2019-10-5 |autor= |data= 2016-01-26 |obra= IstoÉ |publicado= |arquivodata= |arquivourl= |urlmorta=no}}</ref> Um dos responsáveis apontado pela possível tortura foi o coronel da reserva Valdir Copetti Neves que disse à [[IstoÉ]]: "''Por que perguntar de tortura e circunstâncias de prisão somente para mim? Por que não se pergunta também ao [[Ministério Público]] e à [[Polícia Federal]] que estavam na investigação?''" Segundo o advogado Adel El Tasse, a condenação Beatriz e Celina era para jogar uma "cortina de fumaça nas atrocidades cometidas".<ref name="IstoÉ/26/01/2016"/>
 
=== Exumação do corpo de Evandro ===
ExistemForam levantadas suspeitas de que o corpo enterrado no Cemitério Central de Guaratuba não éseria o do menino Evandro Ramos Caetano.<ref name="IstoÉ/26/01/2016"/> No julgamento de 1998 as rés do caso chegaram a ser inocentadas porque não foi comprovado que o corpo era o de Evandro.<ref name="G1/2019/06/15"/> O Ministério Público negou por dezoito vezes a exumação do corpo. O delegado Luiz Carlos Oliveira diz ter {{Quote2|"''Certeza absoluta de que não é o corpo (…) Durante as investigações eu disse: pago do meu bolso as despesas de exumação. Ninguém quis me ouvir.''"<ref name="IstoÉ/26/01/2016"/>}} Foram feitos três exames de [[ADN]]. Dois deram "inconclusivo". O zelador do cemitério, Luiz Ferreira também diz que não está enterrado no local qual o MP diz estar.<ref name="IstoÉ/26/01/2016"/>
 
== Ver também ==