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A '''Plataforma Já Marchavas''' é um movimento de cidadãs/ãos e de colectivos unidos na defesa de direitos Humanos e Animais e de causas Ambientais. Foi criada em 2018, logo após o sucesso da '''1.ª Marcha Pelos Direitos LGBTI+ de [[Viseu]]''' (7 de outubro de 2018), denominada como a ''"marcha do amor"''<ref>{{Citar periódico|data=2018-10-07|titulo=Mais de mil participaram na primeira marcha LGBT em Viseu|url=https://www.jornaldocentro.pt/online/regiao/mais-de-mil-participaram-na-primeira-marcha-lgbt-em-viseu/|lingua=pt-PT}}</ref>.
[[Ficheiro:1.ª marcha LGBTI+ de Viseu.jpg|miniaturadaimagem|374x374px|1.ª Marcha Pelos Direitos LGBTI+ de Viseu]]
A Plataforma Já Marchavas tem carácter político, comunitário, interassociativo, voluntário e não comercial, e pretende defender os direitos humanos e animais, bem como causas ambientais e combater o conjunto das discriminações a estas associadas. A Plataforma é um espaço aberto de construção e intervenção social em espaços públicos e de acesso público. A Plataforma é [[Feminismo|Feminista]], [[LGBT|LGBTI]]+, [[Ecologia|Ecologista]], [[Antifascismo|Antifascista]], [[AntiracistaAntirracista]], [[Anticapitalismo|Anticapitalista]], [[Democracia|Democrática]], Inclusiva e Participativa.<ref>{{Citar web|titulo=Início|url=https://jamarchavas.pt/|obra=Ja Marchavas|acessodata=2019-05-31|lingua=pt-PT}}</ref>
 
Um espaço de protesto, reivindicação que tem como objectivo levar as pessoas para a rua, sob forma de protesto para tornar Viseu numa cidade mais aberta "a todas as grandes questões civilizacionais que se colocam com premência, em busca de um futuro harmonioso para todas as pessoas, independentemente do seu género, orientação sexual, etnia, religião e convicções ideológicas dentro do vasto espectro democrático."<ref>{{Citar web|titulo=Plataforma Já Marchavas, breve história|url=https://jamarchavas.pt/comunicados/plataforma-ja-marchavas-breve-historia/|obra=Ja Marchavas|data=2019-03-24|acessodata=2019-05-31|lingua=pt-PT}}</ref>
Plantada a semente do grupo "Já Marchavas!" foram-se reunindo sinergias diversas. Pessoas com diferentes histórias de vida, orientações sexuais, características sexuais, identidades e expressões de género. A preparação a 1.ª Marcha LGBTI+, inédito em Viseu, implicou reuniões semanais abertas a que se foram juntando pessoas e associações até ao clímax que foi a primeira marcha LGBTI+ na cidade, ocorrida no dia 7 de outubro, contando com mais de mil participantes, número surpreendente para uma cidade do interior.
 
Este primeiro sucesso serviu como catalizadorcatalisador para novas iniciativas, todas elas sob o signo da inclusão e do necessário combate a todas as formas de violência, discriminação e intolerância. Assim, sucederam-se ao longo de 6 meses, mais quatro iniciativas, mantendo-se a abertura a quem desejasse ajudar a organizar, através de reuniões semanais amplamente participadas.
 
Ainda em outubro, no dia 25, na sequência dos eventos no [[Brasil]], a Plataforma organizou uma '''vigília pela democracia e contra o ódio'''. Um mês depois, a 25 de novembro, já se marcava presença, de novo, desta vez para recordar as mulheres vítimas de violência doméstica e protestar contra esta trágica e recorrente realidade. Esta iniciativa foi enquadrada no evento internacional da eliminação da de todas as formas de violência contra as mulheres. Em Viseu marcharam mais de cem pessoas '''pela eliminação da violência contra as mulheres'''.