Diferenças entre edições de "Departamento de Ordem Política e Social"

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Havia muitas dificuldades para quem fosse fichado no DOPS. O candidato a um emprego, por exemplo, em um período do regime militar, precisava apresentar um "Atestado de Antecedentes Políticos e Sociais", mais conhecido como "Atestado Ideológico", que era fornecido pelo DOPS a quem não tinha ficha no órgão.<ref name="rev-forum">{{citar web |url=http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/EdicaoNoticiaIntegra.asp?id_artigo=6625 |titulo=Até Marx era fichado no Dops |publicado=Revistaforum.com.br |ultimo=Benedito |primeiro=Mouzar |data=20 de março de 2009 |obra=Revista Fórum |acessodata=16 de agosto de 2009 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20090413122446/http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/EdicaoNoticiaIntegra.asp?id_artigo=6625 |arquivodata=2009-04-13 |urlmorta=yes }}</ref>
 
Durante o regime, além da repressão política, o DOPS da [[Polícia Federal]] tinha a atribuição de [[Controle no Brasil|controle político]] dos meios de comunicação através da Divisão de CensuraControle de segurança e Diversões Públicas. Com a [[Constituição brasileira de 1988]], a Divisão de Ordem Política e Social não consta mais do organograma da Polícia Federal, que ainda mantém a competência de apurar as "infrações penais contra a ordem política e social", no [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art144§1 capítulo III referente à Segurança Pública, nos termos do inciso I, do § 1º, do artigo 144].
 
Em São Paulo, o DEOPS foi extinto em 4 de março de 1983. Em alguns outros [[estados brasileiros]], permaneceram todavia, as Delegacias Especializadas de Ordem Política e Social, que também adotam o [[acrônimo]] DEOPS.
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