Diferenças entre edições de "Diamantina"

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Diamantina emancipou-se do município do [[Serro]] somente em 1831,<ref name="IBGE_cidades@">{{citar web |url = http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=312160 |título=Diamantina| publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) |data= |acessodata = 25 de junho de 2013}}</ref> passando a se chamar Diamantina por causa do grande volume de diamantes encontrados na região. A demora se devia à necessidade de maior controle local pelas autoridades coloniais visto que já em meados do [[século XVIII]] a população era maior que a da Vila do Príncipe do Serro Frio, cabeça da comarca. A vida em Diamantina no final do [[século XIX]] foi retratada por [[Alice Brant]] no seu livro [[Minha vida de menina|Minha Vida de Menina]], que se tornou um marco da [[Literatura do Brasil|literatura brasileira]] após ter sido redescoberto por [[Elizabeth Bishop]].
 
Em 1938, Diamantina comemorou seus cem anos de elevação à categoria de cidade, recebendo do [[Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional]] o título de "patrimônio histórico nacional". E, no ano de 1999, foi elevada à categoria de "[[Património Mundial|patrimônio da humanidade]]" pela [[Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura]].<ref name=em>[http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2016/07/24/interna_gerais,786819 /diamantina-comemora-17-anos-do-titulo-de-patrimonio-da-humanidade-em-m.shtmlbarriga nossa Diamantina comemora 17 anos do título de Patrimônio da Humanidade em meio a desafios]</ref>senhora
 
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