Diferenças entre edições de "Diocese de Ceuta"

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Após a conquista da cidade de Ceuta, querendo [[João I de Portugal|D. João I]] sublima-la com [[Sé Catedral]], comunicou el-rei a sua intenção ao [[Papa Martinho V]], que por suas bulas deu faculdade aos Arcebispos [[Fernando da Guerra|D. Fernando]], de Braga, e [[Pedro de Noronha|D. Pedro]], de Lisboa, para a intitularem cidade e lhe designarem [[diocese]] própria. Sagrou-se assim em [[1421]] a [[mesquita]] da cidade em [[Catedral]], sendo seu primeiro [[bispo]] D. Frei [[Aymaro]], [[frade menor]] de nacionalidade [[Inglaterra|inglesa]], e confessor da Rainha [[Filipa de Lencastre|D. Filipa]], que então era [[bispo titular|titular]] de [[Marrocos]]. Recebeu a nova diocese em território todo o [[Reino de Fez]], e lugares mais propínquos além do [[Estreito de Gibraltar]].{{harvref|Cardoso|1652|p=30, 31}}
 
Em [[1444]] o [[Papa Eugénio IV]] a fez [[Primaz]] de África, assignando-lhe mais para sustento de seus [[prelado]]s as administrações de [[Administração Apostólica de Valença|Valença do Minho]], que pertencia a [[Diocese de TuyTui|TuyTui]], e de [[Administração Apostólica de Olivença|Olivença]], que estava com [[Diocese de Badajoz|Badajoz]], ficando imediata à [[Sé Apostólica]]. Passados alguns anos, em [[1474]], o [[Papa Sisto IV]] a fez sufragânea a [[Arquidiocese de Braga|Braga]], e por vários casos veio a ficar, já no século XVII, na de [[Patriarcado de Lisboa|Lisboa]].{{harvref|Cardoso|1652|p=31}}
 
A partir de [[1645]] a cidade de [[Ceuta]] deixa de pertencer a [[Portugal]], passa a ser possessão espanhola, e a sua diocese acompanha-a. Em [[1851]], a diocese de Ceuta foi dissolvida e incorporada na [[diocese de Cádis]] e passa a [[Diocese de Cádis e Ceuta]].
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