Diferenças entre edições de "Êxtase"

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Por se derivar de uma palavra grega (ékstasis) poderia se ter como padrão o transe profético e visões talvez causadas por inalações do vapor ([[etileno]]? ou [[dióxido de carbono]] de origem vulcânica?) respirado por Pítia a Sacerdotisa de [[Apolo]] do [[oráculo]] de [[Delfos]] <ref>HALE, JOHN R.; DE BOER, JELLE ZEILINGA; CHANTON, JEFFREY P.; SPILLER, HENRY A. Questioning the Delphic Oracle. Scientific American Magazine - July 15, 2003 Dispinivel em: [http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=questioning-the-delphic-o&page Scientific American.com] Acesso out. 2013 </ref> ou e as experiências de possessão do culto de [[Dioniso]] e por extensão das religiões pagãs <ref>SARGANT, WILLIAM. A possessão da mente, uma fisiologia da possessão, dos misticismo e da cura pela fé. RJ, Imago, 1975 </ref>, utilizando a classificação católica que se distingue das não cristãs com seus transes associados ao [[jejum]], orações, abstinência sexual e/ou auto-flagelação e [[exorcismo]]s. <ref>SARGANT, WILLIAM. A conquista da mente, fisiologia da conversão e da lavagem cerebral. SP, Ibrasa, 1968 </ref>
 
Um livro clássico e esclarecedor sobre o tema foi escrito por [[William James]], (1842 – 1910) [https://web.archive.org/web/20070618135353/http://xroads.virginia.edu/~HYPER/WJAMES/toc.html Variedades da experiência religiosa] (1914). Uma reflexão sobre a ampla possibilidade de definições do êxtase ou transe na realidade traduz a diversidade de religiões e crenças humanas.
 
== Técnicas do êxtase ==
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