Diferenças entre edições de "António José de Ávila"

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Com o fim dos ciclo de governos setembristas (com a subida ao poder, pela primeira vez, do cartista [[Joaquim António de Aguiar]], em [[1841]]), Ávila tornou-se ministro das Finanças, cargo que manteve durante os governos de [[António Bernardo da Costa Cabral|Costa Cabral]] e do [[Duque da Terceira]]. Só com a subida ao poder de [[Duque de Saldanha|Saldanha]], abandonou o governo. Em 1857, no primeiro governo do [[Duque de Loulé]], voultou a assumir a pasta da Fazenda.
 
Por Alvará de Mercê Nova de D. [[Pedro V de Portugal]] de 9 de Outubro de 1860, concederam-se a António José de Ávila as seguintes [[Brasão|Armas]] de Ávila: esquartelado, o 1.º e o 4.º de ouro, com uma águia estendida de negro, o 2.º e o 3.º de prata, com três faixas de vermelho, acompanhadas de quatro olhos sombreados de azul, alinhados em banda; [[timbre]]: a águia do escudo.<ref>"Armorial Lusitano", Afonso Eduardo Martins Zúquete, Editorial Enciclopédia, 3.ª Edição, Lisboa, 1987, p. 69</ref> Coroas: posteriormente de Conde, de Marquês e de Duque. Antes dessa Mercê, usava um escudo partido: a 1.ª de Ávila e a 2.ª da Costa; [[timbre]]: de Ávila.
 
Quando, em [[4 de janeiro]] de [[1868]], se deu a [[Janeirinha]], que pôs termo ao governo de coligação a que presida Joaquim António de Aguiar, Ávila foi chamado a exercer as funções de presidente do Conselho.